hetero

Na Praia, Ela Nadou Como um Golfinho: Nua e Livre!

✍️ Por Lucas Silva 📅 09 de outubro de 2026 👁️ 4 visualizacoes 📖 8 min de leitura 📝 1597 palavras

— Então, a gente realmente vai viajar, professor? — Sim, vamos sim, espero que você curta. — Como será que você convenceu meu pai...?! Fico pensando... Você deve ser mesmo muito especial. — Não sei por que você diz isso... — Pois tá bom! Eu que sei! Olha, meu pai é bem ciumento, nunca deixou eu nem minha irmã mais nova sair com ninguém, só com ele ou com minha mãe... Ele tem uma ciumeira besta...!

E assim, começamos nossa viagem de uma pequena cidade do interior para uma das maiores capitais do país, conhecida por sua beleza e encanto. Ao menos, era o que dizia a canção: "... cidade maravilhosa, cheia de encantos mil..." No ônibus, a viagem foi tranquila, ele logo saiu e começamos de fato a jornada. Muitas horas depois, já escurecendo, minha companheira decidiu descansar a cabeça em meu peito e ali ficou, dormindo até o dia seguinte, nem acordou para jantar ou esticar as pernas nas paradas do ônibus.

Já na cidade, dois dias após a chegada, com nossas coisas na casa alugada, resolvemos ir à praia. — Mas eu não tenho roupa de praia, professor, nunca tive, meu pai não deixava... — Ah, mas ele não está aqui e eu sou responsável por você. Vamos passar em uma loja e comprar algo, tudo bem? E assim fizemos, compramos biquínis (três de uma vez), uma canga, toalha e uma sunga de praia para mim.

— Você ficou muito atraente nessa sunga, meu deus, que homem! Na praia, ela tirou as roupas e ficou apenas com as duas partes do biquíni que já havia colocado, rindo para mim. — E aí, professor, não gostou? Fiquei bem, não? Melhor nem usar isso, né... é meio ousado demais... — ela falou, o biquíni era realmente bem pequeno e cavado, e ela parecia um pouco constrangida, já pegando a roupa para vestir novamente.

— Não, garota, que é isso! Ficou maravilhosa, pode deixar assim... se estivesse ruim, a gente nem teria comprado! — Pois então... por que você fez essa cara...? Pensei que não tivesse gostado... — Não, não é isso, você está muito bem... o que me preocupa é... — Preocupado? Com o que? — Estou pensando no monte de caras que vão ficar em cima de você!

— Dando em cima de mim? Mas por quê? Não sou comportada? Fiquei rindo. Sim, ela era uma garota bem educada, doce e meiga, realmente uma ótima moça. — Pois é!? — Olha, você está linda nesse biquíni! É claro que você é bem bonita, e todos os homens vão "babando" vendo você assim! — "Babando" por mim? Vai, nem sou tudo isso, professor?! — Ah, vai por mim, você é muito bonita...

— Você me acha bonita, professor? — Acho, sim, você é bem... hum... realmente... está muito bonita! — Mas não era isso que você ia dizer, né...? — Deixa pra lá... — Não, agora fiquei curiosa... você ia dizer o quê? Você ficaria "babando" por mim, professor? — e ela se aproximou mais. Não havia ninguém por perto, mas eu não queria continuar com aquilo, estava sem jeito... — Sem jeito por quê? Ia dizer algo ousado, ia? Faz mal não, pode dizer, vai, conta, o que ia dizer, heim... tenho certeza de que você não seria grosseiro comigo, nem ia querer abusar de mim, né, não... não fala palavrão! Nunca vi alguém que não diz um palavrão na vida, só você mesmo!

Ela se aproximou, colocou o ouvido junto à minha boca e eu falei bem baixinho — "Você está linda". Ela riu e disse que eu estava tentando enganá-la, que não era aquilo que eu ia dizer antes... — Você ia dizer que eu tô gostosa, foi? Foi isso, não foi? — Júlia, eu não quero falar sobre isso não, fico encabulado, sabe... — Não precisa ficar assim, professor, eu nem ligo, fala aqui no meu ouvido, só pra eu ouvir, fala... vou até gostar, sabia... vai, fala... E eu falei bem baixinho, junto ao ouvido dela... — Você ficou... é... hãããã... ficou... uma delícia!

Ela se arrepiou toda! Sorriu. Tinha um rosto pequeno, nariz fino, pele clara, cabelos que iam até os ombros, de uma cor castanho clara, quase loiro, pernas fortes e coxas grossas, roliças, pés bonitos, mãos pequenas, seios médios e firmes. Era uma adolescente, ainda bem jovem, motivo pelo qual eu tive que pedir autorização legal aos pais para viajar junto. — Você me acha gostosa, professor? Era o que você ia dizer antes, não era? — me olhava com um sorriso travesso. — Eu sei que era, sim, era isso... — ... é... era mesmo... você ficou deliciosa! E vai me dar um trabalho! — Não sei por quê! Eu sou comportada, você mesmo admitiu isso. E mais: eu nem conheço ninguém por aqui... sabe... nem quero conhecer, tenho você pra quê? Um é pouco; dois é bom... três atrapalha...

E assim, voltamos à praia várias vezes, ela sempre com biquínis mínimos, aquele corpo tentador atraindo olhares por onde passava, claro. — ... mas é o seu olhar que eu quero atrair, e você... nem tchum! — disse ela pra mim, risonha, certa vez, dentro da água. — Como assim, menina? — Ah, vai! Dizer mais o quê? Você não percebeu mesmo que eu fico bem bonita, bem gostosinha, cheirosinha toda, só pra você olhar?! Bem que diziam na escola que você é bobo, bem desligado!

E me abraçou forte, olhos nos olhos... por ser mais baixa que eu, ela olhava pra cima, sorridente, linda mesmo, me olhando. Estendeu um braço, agarrou meu pescoço, pulou em mim e me beijou. Foi tão gostoso, aquilo! Rapidamente, mergulhou nas águas daquele lindo mar e desapareceu. Daqui a pouco, surgiu novamente, gritando: "Olha só, professor, um golfinho..." e mergulhou outra vez. Vi algo que me deixou sem palavras. Ela havia tirado o biquíni, estava totalmente nua, mergulhando lentamente... instantes depois, estava ao meu lado.

— Gostou do que viu, professor? — e mergulhou de novo, aparecendo um pouco mais distante — É tão legal viver livre assim, né, sem ninguém pra pegar no pé da gente... tira também, vai, posso ver... — e veio pra mim, segurou as laterais da minha sunga e puxou rapidamente pra baixo... — Assim fica melhor, sabia? Quero ver você mergulhar, deixa... Eu estava assustado, sim, claro, o que poderia eu fazer? Era minha aluna, eu tinha a responsabilidade de cuidar dela... — ... mas quem disse que você está me fazendo mal? Não está! Se quiser ver, eu olho... e bem que eu quero, sabe... vai, bobinho, mergulha... vai... mer... gu... lha... e me empurrou pra trás... meu corpo já estava começando a reagir, lógico, era normal, né, e ela me encarava, prestando atenção...

— ... é grandão... grossão... uau! Você é mesmo lindo, viu, que gostosão você é! Acabei retirando a sunga e ela veio pra me abraçar, os dois nus na praia... — Menina, você é doida! Tem gente na praia, não posso ficar assim, vão pensar o quê de mim? Que sou um tarado... aqui não é praia de nudismo... — Ah, professor, ninguém tá nem aí pra gente, vai, deixa de ser bobo... faz de novo, pra mim, faz, quero ver novamente... deixa eu ver você mergulhar, deixa... — e me empurrou mais uma vez, mas eu caí só porque quis, claro... — ... uuuiiii, que coisa linda! É bem grandinho... gostei de ver, sabia... — ria, feliz da vida — E você, gostou de me ver peladinha, gostou?

Certo, aquilo estava se tornando bem mais do que apenas uma amizade, a garota queria muito mais do que apenas um banho de mar, dava pra perceber. Ela chegou perto e me abraçou novamente, aquele corpo bonito roçando no meu, sorrindo, acariciando meu rosto, puxando-me mais uma vez para outro beijo bem gostoso. "Bobinho mesmo, você, viu, nunca vi isso! Você não gostou do quê? Tá com uma cara!!! Todo assustado!!! Fica assim não, você mesmo não disse que sou uma delícia, gostosinha? Pois então!? O que uma pessoa faz com uma coisa quando ela é gostosa? Pois é isso mesmo!! A melhor coisa é devorar, não é, comer tudinho mesmo?!"

Caminhamos mais um pouco pra dentro do mar, indo na direção oposta dos outros banhistas, por alguns minutos, até chegarmos a uma área onde não havia ninguém à vista... ela se segurou em meu pescoço e, de um salto, envolveu meu corpo com as pernas, esfregando seu corpo em mim, já ficando rígido de verdade... pois é... eu ainda tentava manter a calma, evitar o que parecia inevitável... mas não consegui por mais tempo e ela se espantou, assim que chegamos a um ponto seguro, onde não havia ninguém. Fomos até a areia. "Nossa!!! Eu pensava que ele tava grande antes... meu Deus!!! Isso tudo... assim... quer dizer... n... o... ssss... a... uuuuaaaauuuuu!" e soltou-se, olhando bem para mim, acariciando com calma, me olhando, rindo nervosamente... "Como... como que... ai, puxa, como é gostoso... quente... macio... e duro ao mesmo tempo... que... que... olha... gostei muito, uuuui! Mas... não dói não? Grande e duro desse jeito, vermelho... parece que tá doendo... tá?"

— Não, não dói... só se ficar assim por muito tempo, na vontade... acaba saindo leite dele, sabia... Ele gosta de carinho e de beijo... — Ah, safadinho, ele gosta de beijinho também, é... descaradinho... espera só pra ver... — e se abaixou... olhou bem pra mim, para o meu membro e aproximou sua boca pequena da glande, sorriu e beijou... foi um beijo gostoso, aquele, um beijo...

Tags:
praiaverãoprimeira-vezexibicionismoamor

Contos Relacionados

Um domingo na natureza - Parte 2: Desejos à flor da pele
Estávamos na água e a Raquel pediu para eu não tocar na sua parte de trás, pois era virgem. Eu respo...
Remanescentes - Capítulo 7 Reimaginado com Novos Nomes
Na manhã seguinte, enchi a garrafa na torneira da cozinha. Esperei a água subir até a borda. Rosque...
Uma Novela de Descobertas
Há algum tempo, não apareço por aqui, pois a titia tem trabalhado muito. Hoje, resolvi compartilhar ...
Desejo Compartilhado: Atração pela Minha Esposa
Às vezes, a excitação que sinto pela minha esposa é tão intensa que parece que deve ser compartilhad...
Capítulo 7: A Sinfonia do Desejo e da Carne
A escapada de fim de semana para a chácara havia revitalizado completamente nossas energias. Foram d...