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Um domingo na natureza - Parte 2: Desejos à flor da pele

✍️ Por Lucas Silva 📅 09 de outubro de 2026 👁️ 4 visualizacoes 📖 4 min de leitura 📝 742 palavras

Estávamos na água e a Raquel pediu para eu não tocar na sua parte de trás, pois era virgem. Eu respondi que, antes de irmos embora, ela ia implorar para eu satisfazê-la.

— Impossível. Tenho medo de sentir dor e não vou deixar de jeito nenhum — disse ela, um pouco nervosa.

Voltei a beijá-la enquanto a conduzia para a margem do rio. Ao chegarmos, pude finalmente admirar aquele corpo perfeito à minha frente.

Raquel estava na flor da idade, com apenas 23 anos. Sua pele era morena clara e seus seios eram arredondados, firmes e macios, com bicos delicadamente rosados. Ela tinha uma parte íntima bem cuidada e uma bunda arredondada, empinada, que deixava qualquer um louco.

As marquinhas do biquíni a deixavam ainda mais atraente, realçando suas curvas.

— Nossa, você é simplesmente maravilhosa! E essas marquinhas só aumentam sua beleza — comentei, admirado.

— Obrigada! Mas não posso deixar que meus pais descubram que uso esses biquínis tão pequenos. Por isso não costumo vir com um aqui. Às vezes trago minha irmã ou minha mãe para correr comigo. Eles são superconservadores e religiosos, acham que devemos usar maiôs ou biquínis mais comportados. Eu acredito que meu corpo é bonito e merece ser mostrado. Espero encontrar um homem que pense como eu — ela desabafou, com um sorriso no rosto.

— Você não tem namorado? — perguntei curioso.

— Tenho, mas... acho que não vai durar. Ele é muito preso, tem aversão a algumas coisas, como chupar... — respondeu, olhando para o chão.

Coloquei-a deitada em cima da minha roupa e, abrindo suas pernas, comecei a explorar sua parte íntima. Ela começou a gemer, e a cada toque meu, percebi que estava enlouquecendo. Raquel me confessou que não era chupada há bastante tempo.

Continuei a lamber sua parte, explorando cada canto, focando no clitóris e colocando a língua dentro dela, fazendo movimentos rápidos.

A cada segundo, ela se contorcia mais, até que uma ideia tímida surgiu em minha mente. Levantei um pouco suas pernas, sem que ela percebesse. Enquanto ainda a chupava, avistei seu ânus piscando.

Então, sem pedir permissão e sem pensar duas vezes, desci rapidamente a língua e a enfiei em seu rabinho.

Ela soltou um gemido alto, como se estivesse em êxtase. Eu continuei a explorá-la, brincando com a língua enquanto estimulava seu clitóris.

— Não para, estou prestes a gozar! — ela exclamou, entre gemidos.

Retirei a língua e coloquei um dos dedos, enquanto continuava chupando sua parte. Foi então que ela atingiu o clímax, gozando na minha língua.

Chupei cada gota daquele mel, como se estivesse degustando um néctar divino. Depois, me posicionei de modo que ficássemos em 69. Deixei meu pau bem próximo da boca dela, que não hesitou em começar a me oralizar.

Raquel dava gostosas chupadas, envolvendo até minhas bolas com a boca. Percebi que ela estava faminta, fazendo aquilo com uma vontade absoluta. Mais tarde, ela me contou que seu namorado, quase ex, não deixava que ela fizesse isso, pois tinha nojo de beijá-la depois.

Ela sugava, enquanto eu continuava a brincar com o dedo no seu ânus e lambendo seu clitóris. O grelo dela já estava bem inchado e desesperado por mais.

De repente, eu avisei:

— Vou gozar!

— Então enche minha boca! Sempre quis saber qual o gosto da sua porra — ela pediu, com um brilho no olhar.

Não perdi tempo e enchi a boquinha dela até o fim. Raquel engoliu tudo e, olhando bem nos meus olhos, disse:

— Vou querer mais, seu safado!

Depois disso, nos deitamos lado a lado, recuperando o fôlego. Conversamos um pouco, rimos da loucura que estávamos vivendo, e ela comentou:

— Quero você dentro de mim. Quero ser preenchida por você.

— Mas não trouxe camisinha. Não estava preparado — respondi, ainda ofegante.

— Não se preocupe. Tomo pílula e tenho a do dia seguinte em casa. Meus pais acham que sou virgem e inocente — ela afirmou, com um sorriso travesso.

— É, mas como pode ver, ele está cansado. Vai precisar de um pouco de estímulo para ficar de pé novamente.

— Não se preocupe com isso — ela disse, e começou a acariciar, a me estimular, até que finalmente ele voltou à vida, firme e pulsante.

— Acredito que ele está pronto para mais uma — declarou, com um sorriso malicioso.

— Fazendo assim, você pode ter quantas rodadas quiser — brinquei, sentindo a tensão aumentar novamente.

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