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Férias de Verão: Um Encontro Proibido em Arraial do Cabo

✍️ Por Ana Paula 📅 09 de outubro de 2026 👁️ 4 visualizacoes 📖 5 min de leitura 📝 951 palavras

Estava de férias de verão na casa do meu pai em Arraial do Cabo, onde acabei conhecendo outras meninas que moravam por ali. Nos reuníamos na praia com um grupo de 12 ou 15 pessoas, algumas acompanhadas de seus namorados, enquanto eu estava sozinha. Tinha 16 anos e estava namorando uma garota, mas ela viajou para a Califórnia e depois para o Havaí para um campeonato de surf.

Em especial, fiz amizade com uma menina da minha idade chamada Larissa. Ela estava de visita na casa de uma amiga da escola, e me contou que seu pai tinha uma casa em Rio das Ostras, mas decidiu ficar com a amiga, que era minha vizinha. Larissa informou que teria que voltar ao Rio no dia seguinte, pois tinha consultas agendadas com o ginecologista e dentista. Depois, ela iria para a casa do pai em Rio das Ostras.

Larissa me convidou para ir com ela, mas as outras meninas insistiram para que eu ficasse mais um tempo. Eu também queria ficar, já que havia chegado na quinta-feira anterior e ainda era domingo. Adoro Arraial e tenho muitas amigas de lá e do Rio que têm casa por aqui. E assim, ficou decidido que, na próxima sexta-feira, o pai dela passaria por Arraial para me buscar e eu conheceria a casa dela em uma praia nova para mim.

Nesse domingo à tarde, alguém me perguntou sobre meu namorado, e eu corrigi: "namorada, estou com uma garota". Falei sobre o campeonato de surf Havaí, e a Larissa ficou bastante curiosa sobre como era namorar uma menina. Ela confessou que nunca tinha beijado outra menina, mas tinha muita curiosidade.

Então, decidi provocar e disse: "isso podemos resolver agora". Segurei a nuca dela e a beijei com língua. As outras meninas gritaram animadas, e rimos juntas. Larissa ficou um pouco acanhada, mas parecia querer mais. Perguntei se ela tinha gostado e ela respondeu: "não sei, mas parece ser bom". Nos divertimos com isso, e com o sol queimando, todos fomos mergulhar para nos refrescar. Depois, bebemos água de coco, enquanto os rapazes preferiram cerveja.

A noite chegou, e Larissa ficou na casa da amiga com o grupo, enquanto eu fui para a minha casa. Minha irmã estava com o namorado, e minha prima também estava acompanhada. No dia seguinte, Larissa foi à praia, mas depois do almoço tinha que voltar para o Rio. Nós nos divertimos um tempão, e ao meio-dia almocei com meus tios e primas num restaurante antes de voltar para a praia.

Assim, os dias passaram até a sexta-feira à tarde quando recebi uma ligação do pai da Larissa, o Seu Carlos. Ele me chamou umas 3 da tarde e disse que tinha saído mais cedo do trabalho. Ele falou que estava ansioso para dar um mergulho e perguntou se poderia tomar banho na minha casa antes de irmos. Claro que aceitei.

Por volta das 3:30, ele chegou e começou a me ligar para se localizar. Fui até a porta de biquíni para recebê-lo. Assim que ele saiu do carro, me lançou um olhar e perguntou: "Você é a Ana?". Respondi que sim e ele se apresentou, dizendo que queria trocar de roupa antes de mergulhar. Minha casa estava vazia, pois a família estava na praia, então entramos e ele colocou uma sunga.

Fomos para a praia juntos, e ele foi direto mergulhar. Acabei entrando também. Depois, encontramos meus tios em uma barraca onde estavam bebendo cerveja. O Seu Carlos se juntou a nós, e eu pensei: "por que não tomar uma cervejinha também?". A diversão estava a todo vapor.

My cousins and sister came along with their boyfriends, and we set up a big table with food and drinks. Quase todos foram mergulhar novamente. Após, pedimos caipirinhas e a festa continuou, ao ponto de já ser quase 7 da noite. Eu estava um pouco altinha, e Seu Carlos ficou me dizendo quão bonita eu era e como estava me deixando nervoso. Com isso, fui pensando: "meu Deus, que situação!".

Enquanto ele dirigia, ele comentou que eu era uma menina linda e deveria ter muitos rapazes atrás de mim. Eu só ri e respondi que, na verdade, tem vezes que o que queremos não repara na gente. Ele, um pouco mais ousado, disse que estava se segurando para não olhar tanto para mim enquanto dirigia. Fiquei um pouco envergonhada, mas cruzei as pernas mais para exibir um pouco mais das minhas coxas.

Ele não conseguia parar de olhar, o que me deixava mais nervosa, sentindo as palavras e a situação. Ele percebeu que estava me excitando e tocou em si mesmo por cima da bermuda. Eu ri: "Cuidado, você não pode se distrair assim!". Ele então pediu se eu podia ajudá-lo e sugeriu que eu fizesse algo, eu pedi que apenas fosse uma chupadinha. Ele reagiu positivamente, pedindo para eu me ajeitar.

O carro parou em um acostamento, e ele pediu para que eu tirasse um pouco da roupa. Fui tirando e fiquei só de calcinha. Ele começou a acariciar minhas coxas e pediu para eu virar um pouco para ele. Eu tentei me controlar, mas a situação estava ficando intensa. Quando ele tirou o que estava por baixo, ele tinha um tamanho impressionante.

Eu comecei a lamber devagar, a experiência era diferente e, com o calor, fui me entregando. Ele me segurava a cabeça e começou a me penetrar com dois dedos. O prazer era absurdo, e eu estava completamente entregue. Quando dei por mim, estávamos em um frenesi de prazer até ele gozar na minha boca, e eu não parava de engolir. Era tudo tão novo e intenso, e mesmo depois disso, eu ainda estava quente e pedindo para ir mais longe.

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