Publicidade
Publicidade
hetero

O Encontro no Galpão

✍️ Por Nome brasileiro 📅 13 de outubro de 2026 👁️ 0 visualizacoes 📖 3 min de leitura 📝 453 palavras

Repetei o ritual. Após o almoço, tomei um banho relaxante, apliquei uma fragrância suave na pele ainda úmida e vesti uma camiseta limpa junto com um moletom. Sem roupa íntima. Queria sentir o tecido grosso roçando diretamente na pele aquecida. Assim que ouvi o carro do Sr. Carlos passando pela entrada, fui em direção ao galpão. Sentei no mesmo banco de sempre e fiquei aguardando. Desta vez a espera foi mais longa. Quase uma hora se passou. Então ela apareceu da sede. Foi caminhando em direção ao galpão com aquele passo leve, quase etéreo. Vestia uma legging preta justíssima e uma camiseta branca delicada. Fui observando cada movimento, encantado com a elegância de seu caminhar. As curvas das pernas e dos quadris se destacavam sob o tecido apertado. O contorno dos seios se evidenciava a cada passo dado. Ela entrou no galpão e veio lentamente até onde eu estava, parando a uns dois metros de distância.

— Por que você mencionou que hoje ia querer de novo? O acordo era para ser uma única vez — disse ela, com a voz baixa. — Eu não afirmei que seria só uma vez. Disse que era um pacto: eu não contaria para seu avô e você me ajudaria nesse processo. E ainda preciso dessa ajuda — respondi. A expressão dela mudou, parecia decepcionada, mas já não havia o medo do dia anterior; seu olhar agora refletia submissão e expectativa, quase resignação. — Mas tudo bem… se você não quiser colaborar… Agora ela me encarava em silêncio por alguns segundos. — Tá certo — murmurou finalmente. — Então vamos lá. Pode ir na frente. No caminho até a área da churrasqueira, me deliciava com aquele corpo rebolando suavemente a cada passo dado; meu desejo crescia intensamente dentro do moletom, pesado e exigindo espaço. Ao chegarmos, ela parou, virou-se para mim e ficou apenas me olhando por um instante prolongado antes de sentar ao meu lado no banco habitual.

Senti nosso contato quando nossas coxas se tocaram levemente; pude sentir sua fragrância misturada ao odor do cabelo dela enquanto abri os braços apoiando-os no encosto do banco, deixando meu corpo exposto à sua vista. Ela baixou os olhos na direção do meu desejo crescente; senti um pequeno tremor percorrer seu corpo enquanto continuava olhando fixamente para mim...

Continuamos nesse jogo silencioso até que voltei a falar: — Tira pra fora. Surpreendentemente, ela se virou em minha direção e gentilmente puxou o moletom para baixo de uma só vez; meu membro saltou pesado e pulsante à vista dela... Depois de um momento congelada ali parada... sentou-se colada a mim sem precisar de mais palavras entre nós... e começou a acariciar-me lentamente... aquele momento mágico onde tudo parecia transcender...

Tags:
erotismodesejosubmissão
Publicidade
📢
Anúncio 300x250
Adsterra carregando...
Publicidade
Publicidade