Contos Eróticos - Amiga casada em Búzios
Tenho 32 anos e sou casada há cinco com um marido atencioso, com quem tenho uma filha linda, de quatro anos. Posso afirmar que sou uma mulher atraente, pois já ouvi isso inúmeras vezes, até de outras mulheres. Considero-me fiel, mas não sou perfeita e, para ser sincera, adoro sexo. Como qualquer mulher normal, sinto atração por outros homens e guardo minhas fantasias secretas, que não compartilho com meu marido.
Protegida pelo anonimato deste espaço, confesso que me masturbo quase todos os dias, imaginando encontros deliciosos, algumas vezes com desconhecidos, mas na maioria com homens que conheço do trabalho, amigos e até mesmo com meu cunhado, que é o namorado da minha irmã caçula. Geralmente, essa 'autoexploração' acontece no banho, utilizando o chuveirinho, mas quando estou sozinha em casa, gosto de me masturbar na sala, na cozinha ou na cama, sempre buscando posições que se aproximem o máximo possível de uma transa real. Normalmente, massageio meu ponto G com dois dedos e deslizo o clitóris na palma da mão.
E já que estou confessando, preciso contar que, no último ano, andei transando com meu marido, mas com a mente em outros homens. Quanto mais proibido, mais intenso o prazer. Este fim de semana, para minha surpresa e desespero, fomos com minha irmã e meu cunhado para a casa da família dele, em um condomínio fechado em Búzios. Se vocês vissem meu cunhado, entenderiam o porquê da minha inquietação. O cara é uma verdadeira delícia, com 32 anos, jogador de polo aquático, moreno claro e um corpo sculptural, que não consegue se esconder por baixo daquela sunga que ele adora usar, me forçando a olhar para aquele corpo perfeito.
Meu marido, por outro lado, com seus 38 anos, tem um estilo diferente. É o clássico paizão, que eu adoro, mas é inegável que não dá para comparar. Com uma barriguinha de chopp e cabelos começando a rarear, ele passava a maior parte do tempo no bar da piscina, bebendo, comendo churrasco e contando piadas. Eu, que já havia imaginado várias vezes aquele deus grego, estava consumida por um tesão que parecia não ter fim. A cada saída dele da piscina, eu sentia meu corpo fervendo de desejo, apertando as coxas para conter meu estado.
Com meu marido entretido no salão, e minha irmã levando minha filha para comprar sorvete, tomei coragem e pedi para meu cunhado me passar protetor solar nas costas. Sabendo que tenho um corpo bonito (modéstia à parte, mesmo após a gravidez, estou em ótima forma), eu sabia que isso despertaria pensamentos safados nele. Ele imediatamente comentou: “Estava pensando em me oferecer para passar o protetor, porque pela marquinha do biquíni dá para ver que você deve estar pegando fogo.” Pode isso?
Ele se sentou ao meu lado na espreguiçadeira, com as coxas um pouco molhadas da piscina encostadas na lateral da minha bunda, que estava quente pelo sol. Vocês não podem imaginar o quanto isso me deixou excitada quando ele começou a espalhar o protetor nas minhas costas, descendo até a cintura, quase levantando meu quadril, passando os dedos com suavidade pela barriga e tocando na pélvis. Não consegui conter um gemido e a sensação foi tão intensa que achei que fosse gozar ali mesmo.
Ele continuou, deslizando as mãos pela minha nuca e descendo as costas, atingindo a curva da minha bunda. Eu ouvia as risadas do Roberto, meu marido, lá dentro, e sabia que conseguiria escutar o carro se minha irmã voltasse. Ao virar o pescoço, vi a cena que me deixou ainda mais excitada: meu cunhado estava hipnotizado, olhando entre minhas coxas, com um pau bem ereto por debaixo da sunga. Quase sem pensar, pedi que ele passasse o protetor nas minhas pernas também. Meu deus.
O que estava fazendo? Já estava empinando a bunda de maneira provocante quando senti os dedos dele pressionando a parte interna da minha coxa. A sensação do creme gelado sobre minha pele quente me fez esquecer o perigo. Abri as pernas e deixei ele ficar próximo ao meu centro, que, se quisesse, poderia ser dele ali mesmo. Ele espalhava o protetor com calma, tocando de leve onde vocês estão pensando. Com certeza eu teria gozado não fosse o barulho do carro da minha irmã chegando.
Antes de se afastar, ele ainda deslizou a mão aberta pela minha bunda, sussurrando em meu ouvido que teria que pular na piscina para disfarçar a ereção. E eu, completamente ao sabor da loucura, respondi que precisaria ir ao banheiro para terminar o que ele tinha começado. Eu sei, estava descontrolada, mas não consegui me controlar. Ele então, com um sorriso insidioso, sugeriu: “Vamos para a piscina que eu te ajudo a gozar na frente do seu marido e da sua irmã.” Ele era audacioso.
Dominada pelo desejo, esperei minha irmã voltar, distribuir sorvetes e continuar brincando com a minha filha. Eu, naturalmente, tinha apenas um pensamento em mente: mergulhar na piscina e me entregar completamente a aquele homem irresistível. Antes, passei pelo chuveiro, para exibir meu corpo a ele, levantando de propósito a parte de baixo do biquíni, só para deixá-lo ver um pouco dos pelos. Ele estava claramente louco de desejo, fixado em mim com uma expressão lasciva.
Entrei na piscina determinada a seduzir aquele homem com toda a classe que eu podia reunir. Minha irmã ligou um CD que a minha filha adorava, colocando no volume máximo, assim, ninguém ouvia nossas conversas a não ser que entrassem na água. Conversamos como velhos amigos, mas a única coisa em que conseguíamos pensar era na tensão sexual que se acumulava entre nós. Ele tocava no pau discretamente, enquanto eu me deixava levar na visão daquele corpo musculoso, molhado pela piscina.
Neste ponto, eu olhava diretamente para o que estava escondido sob a sunga, verificando constantemente se alguém estava prestando atenção. Ele, com um sorriso provocante, perguntou se eu já havia me masturbado pensando nele. Sem pensar, eu devolvi a pergunta: “E você?” Ele respondeu que havia feito muito mais do que isso. Pedi que ele explicasse e, para minha surpresa, ele confessou que na noite anterior me viu saindo do quarto apenas de baby doll e, que já havia reparado no meu corpo, se masturbando muitas vezes pensando em mim. Disse que eu tinha uma cara de quem gozava intensamente e que, naquele momento, o desejo era incontrolável. Ele acordou minha irmã e a fez de todas as maneiras, imaginando que estava comigo.
Aquela revelação me deixou em chamas. Peguei uma das bóias em forma de salsicha e a coloquei entre as pernas, pressionando enquanto ele, de maneira discreta, afastava a sunga e mostrava um pau grosso, enorme, com a cabeça pulsando. Eu não pude evitar e disse a ele que já havia dado ao meu marido inúmeras vezes, imaginando que ele me penetrava de pé, de costas, ou com o cotovelo apoiado na pia da cozinha, gozando na minha boca. Estava completamente fora de controle, e a sensação de que eu ia gozar na piscina se tornava cada vez mais intensa.
Ele apenas sorriu e disse: “Goza, putinha. Quando chegarmos no Rio, vou te foder como uma puta. Você vai apanhar muito.” Aquelas palavras me levaram ao êxtase como nunca antes, sem que ele sequer encostasse em mim. Mais tarde, naquela noite, fiz sexo frenético com meu marido, gemendo alto o suficiente para que ele ouvisse do outro quarto, ao mesmo tempo que ouvia os gemidos da minha irmã, que estava claramente se divertindo com aquele pau grosso. Isso aconteceu neste fim de semana, e ainda não tivemos uma conversa. Mas agora, preciso urgente gozar com aquele homem, como nunca me entreguei a ninguém.