O Amor que Libera
Meu nome é Carlos. Tenho 62 anos. Minha parceira se chama Luísa, e ela tem 39. Nos casamos quando eu tinha 41, já havia feito uma vasectomia e ela apenas 20. Sempre tive consciência de que, devido à diferença de idade, não conseguiria satisfazer todas as necessidades íntimas dela. Por isso, permito — e até encorajo — que ela saia para se encontrar com outros homens. Não me incomoda saber que Luísa está com outros. Na verdade, eu fico contente com isso. Adoro ser o marido liberal da minha companheira.
Certa vez, sentei-me ao lado dela no sofá e compartilhei uma verdade que me atormentava: “Querida… não consigo mais te proporcionar o prazer que você merece. E eu não quero que você fique sem isso. Prefiro vê-la feliz, mesmo que seja ao lado de outros.” A partir desse momento, tudo mudou em nosso relacionamento. No dia a dia ela permanece tímida, falando baixinho, quase invisível entre as pessoas. Mas assim que sai de casa transforma-se completamente; vestindo roupas justas que acentuam suas curvas… essa é a imagem dela.
Luísa ama provocar os olhares dos homens atraentes enquanto caminha pelas ruas e eu adoro observá-la assim. Desde que decidimos abrir nosso casamento, ela já conheceu mais de cento e vinte homens diferentes; cada um a deixou um pouco diferente: mais confiante, mais ansiosa por novas experiências. E eu aprendi a viver com isso; não é uma fantasia passageira; é a nossa realidade diária.
Luísa tem uma beleza irresistível: pele bronzeada e sedosa ao toque, cabelos negros e brilhantes caindo até metade das costas com um aroma doce de shampoo caro misturado ao seu perfume pessoal. Seus olhos escuros são grandes e intensos, capazes de desarmar-me com um simples olhar; seus lábios carnudos têm um leve tom avermelhado e estão sempre úmidos.
Seu corpo ainda me deixa sem fôlego: seios volumosos e firmes; cintura fina encaixa perfeitamente nas minhas mãos; quadris largos e uma bunda redonda que balança provocativamente quando caminha. As coxas são fortes por fora mas macias internamente, enquanto sua intimidade é sempre quente e pronta para ser explorada.
Certa vez há duas semanas atrás ocorreu algo inesperado em nossa rotina habitual. Quando Luísa sai sozinha à noite, costumo dormir despido sabendo que quando volta da festa me acorda com carícias quentes pelo corpo - esse é o nosso modo especial de interagir.
Naquela noite específica ela se preparou na minha frente usando um vestido vermelho curto que abraçava suas formas voluptuosas - sem sutiã - deixando claro os contornos dos mamilos sob a roupa leve. Sentei-me na beira da cama admirando-a quando ela se aproximou entre minhas pernas acariciando meu cabelo grisalho.
— Gostou do visual? — indagou num tom suave cheio de malícia. — Adorei — respondi ansioso enquanto acariciava suas coxas subindo até sua cintura — Você vai me fazer corno hoje? Ela sorriu maliciosamente como só ela sabe fazer: — Vou sim! E você vai amar saber depois... Fique acordado ou durma; escolhe como quer ser acordado! Ela pegou sua bolsa elegante olhando por cima do ombro piscando para mim antes de sair pela porta.
Fiquei parado assistindo o carro desaparecer na esquina sentindo meu coração acelerar junto com outras partes do meu corpo também pulsando vigorosamente. As mensagens começaram a chegar pouco tempo depois: primeiramente imagens dela no bar cercada por copos coloridos sorrindo sensual para a câmera acompanhada daquele olhar provocador; depois diversos cliques mostravam outro homem alto abraçando-a enquanto beijava seu pescoço delicadamente...
E assim segui acompanhando aquelas fotos até cair no sono pelado como combinado entre nós dois.