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Entre o Desejo e a Tentação

✍️ Por Carlos Silva 📅 13 de outubro de 2026 👁️ 0 visualizacoes 📖 5 min de leitura 📝 848 palavras

A curiosidade de Ana Clara tornava-se cada vez mais evidente, ela desejava me controlar, guiar meus passos, me explorar. Eu estava aceitando porque era divertido, nós nos encontrávamos frequentemente, mas ela não parecia contente com meu novo relacionamento, que tentava recomeçar com a Luana (21), com quem eu tinha dois anos a mais, já tendo 23 anos. Luana era deslumbrante também, havia tido um namorado por um bom tempo, mas o relacionamento não prosperou e agora estava "livre", como se costuma dizer. Nos conhecemos melhor em uma pequena festa (mais uma vez), foi incrível; fiquei encantado por ela logo no primeiro contato.

Ana Clara estava na festa e passou várias vezes ao nosso redor, fazendo caretas para mim. Em um certo momento, já havia estragado meu romance com a Carolina e certamente iria me incomodar novamente agora que eu estava com Luana. Ana Clara usava a tática de me convidar para acompanhá-la onde quer que fosse, e quase sempre desejava que eu estivesse por perto; assisti a várias de suas aventuras íntimas. Sentia uma atração intensa por ela ao observar seu comportamento. Sempre que eu ia à sua casa, ela perguntava sobre Luana: "E então querido, como está com a Luana? Ela é bonitona né? E como vão as coisas entre vocês?" Eu respondia qualquer coisa que vinha à mente e ela parecia satisfeita.

Em um dos dias em que estive na casa dela, estávamos no quarto conversando quando decidiu trocar de roupa; ela era irresistível e ficou praticamente nua na minha frente enquanto me olhava discretamente. Estava provocando... "Querido, lembrando do motorista de caminhão que mencionei?" Sim, claro que lembro daquele rapaz forte com quem você se envolveu antes." Ela sorriu: "Isso mesmo! Ele se separou da esposa recente e apareceu aqui ontem; conversamos e quero ir ao apartamento dele amanhã. Quero que você venha comigo porque gosto de ter você por perto." O 'amanhã' dela coincidia casualmente com uma quarta-feira — o dia em que costumava encontrar Luana — percebi sua malícia; Ana Clara era ardente... "Entendi, estarei aqui então", respondi. Apressei-me em dar uma desculpa fraca para Luana achando que acreditaria.

Na quarta-feira já anoitecia quando cheguei; Ana Clara me esperava arrumada. Descemos e fomos em seu carro para um lugar afastado da cidade onde ele morava em um pequeno bloco de apartamentos. Ela conhecia bem o caminho pois já estivera lá antes algumas vezes. Logo após subirmos as escadas chegamos à porta do apartamento dele. Assim que entramos fui surpreendido — ele estava acompanhado de um amigo; ao ver Ana Clara exclamou: "Oi querida! Quanto tempo!" Cumprimentaram-se calorosamente com beijos no rosto e eu tive a impressão de que os dois estavam esperando por esse encontro.

No entanto, talvez pelo fato de eu estar presente naquele momento, eles decidiram ir embora logo após isso. O motorista era alto e robusto — caminhoneiro precisa ter esse porte — mas minha curiosidade girava apenas em torno de como seria essa conexão entre os dois para justificar todo aquele esforço dela para vê-lo novamente. Ela fez as apresentações rapidamente; apenas trocou alguns cumprimentos antes de se dirigir ao quarto junto do caminhoneiro em seu pequeno apartamento bem cuidado.

Fiquei sentado no sofá assistindo TV sabendo qual era nosso acordo: ficar observando depois de algum tempo conforme desejaram estabelecer essa dinâmica entre nós três; essa parte do nosso relacionamento sempre foi intrigante para mim também. Depois de alguns minutos ouvindo murmúrios subindo pela parede fui até lá devagarinho — percebi a porta quase completamente aberta — como imaginara: Ana Clara já estava na cama enquanto ele começara a tocá-la. Assim que notei isso ele olhou para mim sorrindo; mudaram algumas posições rapidamente enquanto vi Ana Clara agitada devido ao corpo forte dele - achei fascinante ver isso acontecer diante dos meus olhos.

Ele não falava nada durante todo o processo intenso enquanto ela se movia agitada naquela situação inesperada - sentia seus gemidos altos crescendo seguidamente juntamente aos dele até finalmente perceberem estar desfrutando juntos aquele momento íntimo - então surgiu silêncio total quando vi Ana Clara sair pelo banheiro após tudo.. Quando retornou começou a vestir-se novamente enquanto o caminhoneiro foi também ao banheiro - ele realmente era impressionante em todos os sentidos!

Ela permaneceu ali até ele voltar do banho quando se despediram na porta - ele acenou como se quisesse dizer algo para mim embora não tenha ido até lá nos cumprimentar pessoalmente antes das saídas deles - só restamos nós dois descendo as escadas juntos após tudo ocorrido... Já dentro do carro voltei minhas atenções à resposta dela... "Como você está?" perguntei curioso – “Estou ótima,” respondeu sorridente, “Imagina esse louco queria ir além! Se eu não tivesse recuado teria ido longe demais,” reclamou referente ao motorista animado! Pedi-a para me deixar na esquina da minha casa planejando encontrar-nos novamente no dia seguinte… “Tudo bem! Não desapareça! Quero te apresentar à Luana!” Agradeci abaixando-me no banco assim descendo naquela esquina rumo à minha casa...

Minha relação com Ana Clara prosseguiu por algum tempo ainda cheia dessas fantasias excitantes... continuarei narrando sobre isso mais adiante.

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