Encontros na Oficina
Depois de estacionar o carro na garagem, pedi para usar o banheiro e dar uma lavada no rosto, sentindo aquela pegajosidade que o sêmen deixa na pele. O banheiro era simples, com um tom de marrom característico de construções antigas, um box sem porta ou cortina e um chuveiro elétrico bem básico; tudo isso despertava minha libido. Ao sair, encontrei Rafael, que estava me aguardando para mostrar a oficina. Fizemos basicamente o mesmo tour que ele já havia me enviado em vídeo. - Eu quero ver o galpão. Me leva lá? - Já estou indo - respondeu ele, conduzindo-me pela mão até lá.
O lugar era exatamente como eu tinha visto antes. Caixas de peças cercavam uma mesa de madeira rústica, bastante desgastada pelo tempo, repleta de ferramentas espalhadas em cima. O piso de cimento queimado apresentava rachaduras e manchas de óleo e borracha queimada. Senti a mesma excitação que tive ao ver no vídeo; algo incontrolável subiu pelo meu corpo. Virei-me para Rafael, puxei-o pela camiseta e encostei nosso corpos: - Era aqui que eu queria estar; esse lugar me deixa excitada, já estou bem molhada. - Para mim não importa onde estamos; você me excita muito, em qualquer lugar. Coloquei minha mão entre suas pernas e percebi que ele também estava animado.
- É verdade, você realmente provoca isso em mim. Será que posso ajudar com isso? - Claro! Você já ajudou muito no parque. - Ah, então não precisa mais? - Sempre vou querer você! - Ele me deu outro beijo enquanto me empurrava contra a mesa e ajudava a tirar minha calça. Ele me levantou e colocou sentada sobre aquele móvel improvisado; eu fiquei estendida entre as ferramentas enquanto ele removia minha calcinha e deixava meu corpo exposto ali em cima da mesa.
Ele começou a lamber minhas pernas desde as panturrilhas até a virilha antes de se concentrar na minha intimidade novamente inundada de desejo. A habilidade dele fazia toda diferença; ele explorava minhas zonas erógenas com calma e destreza fazendo-me contorcer naquela mesa sob seu toque experiente. Rafael conseguiu me levar ao clímax duas vezes só com sua boca; comecei a adorar aquela prática tão intensa.
Sem avisar nada, Rafael se posicionou diante de mim e puxou-me para cima da mesa novamente, agarrando minhas pernas em torno da cintura dele enquanto entrava em mim ardentemente outra vez. Movimentando-se assim enquanto levantava meu top para tocar meus seios com suas mãos robustas e enfiando dois dedos na minha boca para chupar ao mesmo tempo.
Agora estava mais gentil ao fazer amor comigo; isso não diminuía em nada o prazer intenso que sentia – era igualmente maravilhoso! - Quero te dar prazer oral agora – declarei.
Sem sair de dentro de mim por um instante sequer, ele usou o pé para pegar um pedaço de papelão do chão e afastou-se segurando seu membro duro: - Chupa pra mim!
Deslizei na mesa até ficar de joelhos à sua frente novamente e imediatamente comecei a saborear aquele membro delicioso descendo até os testículos antes de subir novamente ao topo enquanto engolia tudo com vontade; vê-lo gemer enquanto realizo esse ato íntimo é uma das coisas que mais amo fazer.
Acho que já estava ali há pelo menos cinco minutos quando ele apertou meu rosto entre os dedos dando-me um beijo profundo nos lábios antes de olhar nos meus olhos ordenando: “Fique de quatro agora!”. Obedeci imediatamente apoiando as mãos no chão frio da oficina; Senti quando ele se ajoelhou atrás de mim invadindo meu corpo mais uma vez – “De quem é essa parte íntima?” – perguntou. - É sua! – respondi ofegante. - E quem sou eu? – insistiu. - Meu homem! - Então essa parte íntima é sua? - Sim! - Então tome! Aquilo parecia ativá-lo ainda mais; com força crescente ele penetrava cada vez mais fundo dentro de mim.