A Submissão de Alex
Eu sou um cara gordinho e passivo. Para preservar a privacidade, mudarei os nomes envolvidos nesta história. Meu nome é Alex. Há cerca de cinco anos, entrei em um grupo voltado para discussões sobre relacionamentos entre dominadores e submissos do mesmo sexo. Apresentei-me como um submisso gordinho que sentia vergonha de seu corpo. Logo, alguns homens começaram a me solicitar fotos minhas, especialmente da parte inferior, e mesmo com minha timidez, acabei enviando algumas imagens. Como era esperado em meu papel submisso, segui as ordens deles, o que me deixava bastante excitado.
Após cerca de três dias no grupo, conheci um homem chamado Bruno. Ele se apresentou como ativo dominador e rapidamente recebeu uma enxurrada de mensagens dos outros submissos. Curiosamente, percebi que ele não interagia muito com eles. Decidi enviar uma mensagem marcando-o; ao contrário dos outros membros do grupo, não enviei fotos ou conversas desnecessárias. Fiz uma pergunta mais inteligente e ele respondeu quase imediatamente pedindo para conversar no privado.
Na nossa primeira conversa, fizemos as apresentações habituais: eu como passivo e ele como dominante. Quando ele pediu para ver minha aparência, confessei que tinha vergonha por ser gordinho e isso gerou nele uma atitude autoritária onde me instruiu a enviar uma foto sua imediatamente. Essa atitude despertou meu interesse ainda mais em obedecê-lo. Então ele lançou um desafio: eu deveria encontrar uma calcinha para usar e compartilhar fotos dela no grupo, provocando todos os membros com isso.
Consegui cumprir o desafio rapidamente; vesti a lingerie, enviei as imagens primeiro para ele e depois publiquei no grupo conforme solicitado. Recebi elogios de várias pessoas chamando-me de safado, mas Bruno permaneceu em silêncio por algum tempo até voltar ao privado dizendo que eu era sua “obediente” putinha a partir daquele momento. Ele ordenou que eu saísse do grupo pois apenas ele teria acesso ao meu corpo; suas palavras carregadas de autoridade me deixavam ansioso e envergonhado.
As primeiras instruções dele eram simples: deveria passar a ser tratada como mulher nas conversas dele e atender todas as suas demandas. Concordei sem hesitar; porém devido ao meu trabalho e à necessidade de esconder minha sexualidade das pessoas próximas a mim, havia certas limitações que precisei manter em mente.
Bruno parecia apreciar essa dualidade — fingir ser homem na sociedade enquanto era sua submissa em particular — dando-lhe ideias sobre como me humilhar ainda mais nesse jogo de dominação.
Ele perguntou onde morava; por sorte éramos da mesma região mas cidades diferentes — algo que inicialmente achei curioso já que durante muito tempo não voltou a tocar nesse assunto realista da vida fora da tela.
Logo começamos com pedidos simples mas foram evoluindo gradativamente para desafios maiores; creio que estava testando meus limites para entender até onde estava disposta a ir nessa dinâmica servil.