A Performance da Gigante Vermelha
O estrondoso som do chicote cortando o ar ressoou pelas paredes da mansão, silenciando imediatamente qualquer sussurro residual. Isadora emergiu das sombras, uma figura imponente e inegável. Com seus 3,20 metros de altura, a trans escarlate dominava o palco com uma autoridade visceral. Ela estava despida, exceto por botas de couro de cano alto que faziam barulho como trovões ao tocar o chão, correntes prateadas cruzando seu torso colossal e braceletes pesados nos pulsos. Seus seios empinados erguiam-se firmes, mas o foco de todos os olhares — e o temor de Clara e Lucas — estava em seu membro ereto, já firme, com cerca de 50 centímetros, uma colina de carne rubra e pulsante, brilhando com o gel que Nina e João haviam aplicado momentos antes. Assim começava a apresentação em plena manhã ensolarada; a plateia aguardava ansiosa pelo início.
Isadora girou o chicote com um movimento fluido, convidando todos para testemunhar o ato final. Ela parou no centro do palco iluminado e sua voz grave reverberou pelos alto-falantes.
— Nós não somos animais submissos — declarou ela, fixando o olhar em Clara e Lucas antes de se voltar para a plateia. — Esses humanos aqui comigo pertencem à alta elite do comando militar em seus domínios. Estão aqui apenas devido a um capricho do destino. Apesar da imensa disparidade entre nosso tamanho e força, respeito é imprescindível. Contudo... — ela sorriu, um gesto que prometia prazer desenfreado — este é o momento de romper tabus. Vou demonstrar como pode existir prazer mútuo entre diferentes povos, sem limites.
Olhando para o público, não viu Valéria; provavelmente estava envolvida com Mariana e Raquel. Sem problemas, olhou para trás e começou sua performance.
Ela estendeu a mão direita fazendo um sinal com os dedos.
— Um passo à frente, meus guerreiros.
Clara e Lucas avançaram trêmulos mas obedientes. Isadora inclinou-se como se fosse uma montanha curvando-se para beijá-los na boca um por vez; suas línguas invadiram-nas possessivamente enquanto um telão enorme atrás dela mostrava close-ups lubrificados da saliva compartilhada.
— Iniciarei a performance com Clara, nossa comandante tática — disse Isadora ao se afastar mantendo o olhar fixo na humana. — Lucas, você participará e sentirá prazer também; mas lembre-se: finalizaremos com você meu amor. Quero ver sua ereção completamente ativa ao fim.
O sorriso sedutor de Isadora era por si só um afrodisíaco poderoso. Clara parecia minúscula diante da gigante; Isadora pegou a mão dela guiando-a até seu membro ereto. Clara entendeu rapidamente o desafio: mal conseguia circundar a espessura da base com as duas mãos enquanto começava a beijar a glande já úmida e reluzente enquanto as câmeras faziam uma aproximação lenta iniciando nos pés tatuados subindo pelas pernas até os seios adornados por piercings brilhantes terminando em sua boca que salivava enquanto tentava desesperadamente abocanhar aquela torre carnal.
Isadora fez um sinal discreto para Lucas; ele sabia exatamente como proceder. Sentou-se no chão sob as pernas de Clara inclinando a cabeça para trás começando então a lamber sua vulva enquanto sugava seu clitóris fervorosamente. Clara suspirou abafada pela carne em sua boca enquanto ondas de prazer subiam intensamente deixando suas pernas trêmulas.
A dificuldade em engolir aquele membro colossal aumentava mas Clara persistiu audazmente; seu ato destemido aliado ao impulso proporcionado por Lucas fez com que o pênis de Isadora inchasse ainda mais tornando-se mais viscoso e pesado conforme Isadora segurava firmemente na nuca dela empurrando seus quadris para frente forçando mais alguns centímetros dentro da boca da humana que lutava contra o engasgo conseguindo abocanhar boa parte daquela imensidão carnal.
Na plateia já se percebia um clima elétrico; ao fundo Penélope e Marina estavam animadas adiantadas na primeira parte do espetáculo sentindo os pênis semi-eretos dos rapazes sem penetração ainda mas antecipavam as ações futuras numa dança sensual criando expectativa no ar.
No palco finalmente Clara arrancou os primeiros gemidos profundos provenientes dos lábios vermelhos de Isadora misturados aos próprios gritos abafados dela enquanto Lucas utilizava boca e dedos habilidosos em sua vagina. A gigante controlava o ritmo ordenando que Lucas se posicionasse no chão.
— Sente-se Clara! Prepare-se para mim! — ordenou ela poderosamente.
Clara desceu sobre Lucas sendo penetrada facilmente pelo pênis dele devido à excitação crescente.Não hesitando ela continuou chupando avidamente aquele membro gigantesco enquanto num momento ousado levou uma das mãos até o ânus vermelho da gigante provocando-lhe sons prazerosos evidentes.[...]