A MULHER DO ÔNIBUS: UMA NOITE VICIANTE COM O MOTORISTA
Carla estava no banco dianteiro do ônibus praticamente vazio, com as pernas abertas intencionalmente, a saia curta subindo quase a mostrar a lingerie. O motorista, um homem robusto de cerca de 40 anos, com braços peludos e um olhar lascivo no retrovisor, já a observava há algumas paradas. Ela se inclinou para frente, com uma voz suave e sedutora: — Me leva até a última parada… e me use como uma vagabunda. Quero sentir seu controle.
Quero que você me pegue pelo cabelo e enfie essa coisa grossa até eu gritar. Pode me usar à vontade. Me fode sujo, motorista… Ele parou o ônibus em um ponto isolado, apagou as luzes e se levantou. O cinto já estava desapertado.
Carla se colocou de joelhos no corredor, com a boca entreaberta, esperando. O motorista trancou a porta do ônibus com um clique audível. O interior ficou iluminado apenas pela luz fraca do painel. Ele se aproximou de Carla, ainda de joelhos, e puxou seu cabelo com força, inclinando sua cabeça para trás.
— Abre essa boca, vagabunda. Carla obedeceu prontamente. A língua dela saiu, úmida, e ele enfiou seu pênis grosso e já ereto diretamente na garganta dela.
Não deu tempo para ela se adaptar. Ele forçava fundo, sentindo a garganta dela apertar, com os olhos marejados. O som molhado de engasgo ecoou pelo ônibus vazio.
Ele segurava o cabelo dela com ambas as mãos e fodia sua boca de maneira violenta, os testículos se chocando contra seu queixo. — Isso… engole tudo. Você pediu para apanhar, não foi? Ele retirou o pênis da boca dela repentinamente, puxou Carla pelo cabelo e a virou de quatro no banco.
A saia já estava na cintura. Ele rasgou a lingerie com um puxão e deu um tapa forte na bunda dela. O estalo ecoou. Carla soltou um gemido alto. Outro tapa, mais forte.
A pele dela ficou avermelhada. Ele continuou batendo, alternando as mãos, enquanto enfiava dois dedos grossos na vagina já molhada dela. Os dedos entravam com facilidade, fazendo barulho úmido. Ele abria e fechava os dedos dentro dela, alongando.
— Olha como você tá escorrendo… putinha do ônibus. Sem aviso, ele retirou os dedos e enfia o pênis de uma vez. Carla gritou, o corpo inteiro tremendo. Ele não hesitou. Começou a metê-la com força, segurando os quadris dela com suas grandes mãos, puxando-a para trás a cada estocada.
A bunda dela se chocava contra a barriga dele com um som úmido e pesado. Ele deu mais dois tapas fortes, um de cada lado, enquanto fodia. — Mais forte… me bate mais… — Carla gemia, a voz soando ofegante a cada movimento. O motorista puxou o cabelo dela novamente, arqueando suas costas, e meteu ainda mais fundo.
A cada estocada, ele batia sua mão nas nádegas e coxas, deixando marcas vermelhas. O pênis dele saía quase todo e entrava de novo até o fundo, esticando a vagina dela. O cheiro de sexo já dominava o ônibus. Ele parou só o suficiente para virar Carla de frente no banco, erguer suas pernas aos ombros e entrar novamente, agora de frente.
As mãos grandes apertaram o pescoço dela com cuidado, sem cortar a respiração completamente, apenas o suficiente para que ela sentisse o controle. Enquanto apertava, continuava a metê-la com força, o pênis batendo fundo, a vagina dela fazendo barulho de sucção a cada movimento. — Você é minha agora, Carla. Vai gozar no pau do motorista ou eu te deixo assim, toda aberta e molhada… Ele soltou seu pescoço, deu um tapa no rosto dela e voltou a segurar seu cabelo, metendo mais rápido e brutal.
O banco rangia. Carla estava toda suada, com as unhas cravadas no estofado, gemendo incessantemente. O motorista não diminuiu o ritmo. Ele continuou a metê-la profundo, seu pênis grosso entrando e saindo da vagina molhada de Carla com força, o som molhado reverberando pelo ônibus vazio.
Ele segurou suas pernas mais altas, dobrando-as quase até o peito, e se aprofundou ainda mais, batendo os testículos contra a bunda dela a cada estocada. — Goza pra mim, vagabunda… — rosnou, a voz rouca. Carla estava tremendo.
Os gemidos saíam quebrados, a boca aberta, saliva escorrendo pelo canto dos lábios. Ele soltou uma das pernas, deu um tapa firme no rosto dela e, em seguida, outro na bunda, deixando a pele arder. A cada tapa, ela apertava mais em volta do pênis dele.
Ele retirou o pênis de imediato, puxou Carla pelo cabelo e a colocou de joelhos de novo no corredor. O pênis estava brilhando de esperma e saliva. Ele empurrou sua cabeça para a frente. — Limpa.
Chupa tudo. Carla engoliu o pênis até o fundo, engasgando. Ele segurou seu cabelo com ambas as mãos e fodeu sua boca com violência, empurrando até ela quase vomitar, mas ela não recuou.
Com os olhos marejados, a garganta apertando. Ele retirou, deu um tapa em seu rosto com o pênis e depois a puxou de volta para o banco, virando-a de quatro outra vez. Desta vez, ele cuspiu na mão, passou entre as nádegas dela e enfiou o polegar no ânus enquanto se metia na vagina. Carla gritou, o corpo se contraindo. Ele começou a abrir o ânus com o dedo, alongando, enquanto o pênis continuava a entrar fundo à frente.
— Vou te foder aqui também… — disse, tirando o pênis da vagina e pressionando a cabeça grossa contra o ânus apertado. Ele empurrou devagar no começo, forçando a entrada. Carla gemeu alto, as unhas cravadas no banco. Quando a cabeça passou, ele agarrou os quadris dela e enfiou o resto de uma vez.
O ânus dela apertou em volta do pênis, quente e estreito. Ele começou a meter, cada vez mais rápido, batendo a barriga na bunda dela. Tapas fortes nas nádegas, puxões de cabelo, o pênis entrando até o fundo. Carla estava gritando e gemendo ao mesmo tempo, o corpo todo suado, a vagina escorrendo pelas coxas.
Ele meteu mais algumas vezes com força bruta e depois retirou, voltando para a vagina, alternando: três estocadas no ânus, quatro na vagina, sem dar tempo dela se recuperar. No final, ele puxou o cabelo dela para trás, meteu fundo na vagina e gozou. O pênis latejando, enchendo-a de esperma quente.
Continuou empurrando enquanto gozava, forçando o esperma para dentro. Depois retirou, virou Carla de frente e enfia o pênis ainda pulsando na boca dela. — Engole o resto. Ela chupou, limpando tudo, o esperma escorrendo pelo queixo.
O motorista segurou a cabeça dela até ter certeza de que ela engoliu. Depois a soltou, ainda ofegante, e deu um último tapa na bunda avermelhada. — Na próxima parada você desce.
Ou quer mais uma rodada antes do fim da linha? Carla ainda estava de quatro no banco, com as pernas abertas, esperma escorrendo pela vagina e pelo ânus, a pele marcada de vermelho.