Uma Novela de Descobertas
Há algum tempo, não apareço por aqui, pois a titia tem trabalhado muito. Hoje, resolvi compartilhar com vocês travessos, sobre aquele período em que me envolvi em atividades sexuais comerciais. Não, não passei anos nessa vida, foram apenas alguns meses, mas bem intensos para restabelecer minha situação financeira. Esta é uma confissão.
Existem dois motivos que me levaram a essa escolha. O primeiro: a curiosidade sempre foi uma parte de mim. E o segundo: eu realmente precisava de dinheiro após me separar do meu ex-marido. A imagem abaixo é antiga e foi tirada no lugar onde trabalhei. Não entrarei em detalhes pessoais sobre isso, mas já adianto: não foi nada romântico como muitos podem imaginar. Vi um anúncio em um jornal popular e pensei: "por que não?" Então liguei para o número mencionado; a proprietária do estabelecimento se chamava Rosa – nem sei se ainda está por aí.
Ela falou comigo de forma direta, questionando se eu era solteira (pois não aceitava mulheres comprometidas), perguntou sobre doenças e se eu estava interessada apenas pelo dinheiro. Conversamos brevemente e ela me passou os detalhes sobre o pagamento e o local de trabalho. Passei o dia refletindo sobre aquela proposta e decidi arriscar durante a madrugada.
No dia seguinte, deixei minhas filhas na escola e segui para lá; o lugar ficava na Rua: João Pedro, na Vila Mariana. Naquele momento, não sabia que ali era uma área conhecida por esse tipo de atividade - havia outros estabelecimentos discretos ao longo da rua.
A dona Rosa me recebeu numa salinha pequena; ela me avaliou de cima a baixo e pediu para que eu tirasse a roupa diante das outras profissionais presentes. Ela elogiou meu corpo e aparência, disse que eu era atraente. Perguntou se era aquilo mesmo que eu queria fazer, ao que respondi afirmativamente; já tinha tomado minha decisão.
Expliquei que só poderia trabalhar por três horas devido às minhas filhas pequenas; ela ficou um pouco desconfiada, mas acabou concordando com as minhas condições. A dona Rosa me deu um nome artístico: Lúcia. Ela então me apresentou às outras garotas – não lembro exatamente quantas eram, mas havia tanto jovens quanto mulheres mais maduras. Por fora mantive uma expressão tranquila; por dentro meu coração batia acelerado pela ansiedade e uma sensação misturada de derrota e arrependimento.
Senti certa desilusão comigo mesma ao mesmo tempo em que pensava na necessidade financeira – meu ex-marido estava desempregado e as pensões das meninas estavam atrasadas.
Antes de começar a atender clientes tive que tomar um banho; o banheiro até era razoável. Não utilizei minhas próprias roupas - vesti algo emprestado pela dona do local - arrumei-me no quarto enquanto esperava pelo primeiro cliente.
O barulho dos gemidos das pessoas nos quartos vizinhos era bastante marcante à medida em que esperava pela chegada do primeiro cliente trazido pela dona Rosa: um homem maduro com cerca de 50 anos - sua aparência é vaga em minha mente, mas recordo bem do cheiro forte de cigarro e bebida alcoólica.
Quando ela fechou a porta atrás dele, ele quis iniciar se aproveitando da minha boca antes mesmo de qualquer coisa; senti desgosto pela boca malcheirosa grudada em mim. Ele usufruiu completamente do meu corpo antes que fosse minha vez – coloquei um preservativo nele antes de realizar sexo oral até seu limite.Ele parecia satisfeito com meus esforços enquanto gemia alto tomando conta da situação até partirmos para a relação sexual propriamente dita.
Foi rápido - durou cerca de dez minutos com direito a algumas posições diferentes antes dele ejacular dentro do preservativo sem usar tudo isso como carinho ou afeto entre nós dois.O segundo atendimento veio logo depois - quinze minutos depois na verdade; era alguém bem mais velho cuja imagem também deixou muito espaço para ser esquecida rapidamente embora seu odor vinha claramente da mistura entre álcool forte e suor.Eu pedi educadamente para ele tomar banho antes mesmo começarmos porque estava insuportável.Como resultado disso nossa relação foi rápida; ele começou rapidamente sem hesitação alguma usando preservativo sem sequer ter trocado carícias ou beijos.Foi tudo muito mecânico.Meu terceiro cliente chegou quase uma hora depois desse último atendimento: esse intervalo fiquei perdida olhando fotos das minhas filhas quase chegando às lágrimas.Por ironia,o próximo cliente parecia ser estudante magrelo da escola próxima ao prostíbulo.Era comum ver meninos uniformizados naquela região pelas redondezas.Não vou revelar sua idade aqui, porem ele usava toda sua mesada nessa prática.Com ele houve uma abordagem diferente porque fiz muitas perguntas curiosas relacionadas à sua vida pessoal.Com suas respostas percebi como ele apenas queria gozar rapidamente sem compromissos.O atendimento com esse jovem foi particularmente agradável pois além dele estar limpo, sua atitude ao chupar minha parte feminina mostrava habilidade surpreendente.Trocávamos posições frequentemente até culminar numa experiência intensa.Pelo tempo em lá permaneci tirei muitas virgindades naquela casa,o local frequentado por rapazes atraentes tornavam-se um verdadeiro alvoroço quando chegavam após as aulas acadêmicas.Ao final da tarde avisei à dona Rosa,e recebi meu pagamento imediatamente.Fui trocar minhas roupas novamente antes seguir para pegar minhas meninas.Tive grande atraso no retorno,a qual resultou nas reclamações delas.No entanto,mencionei desculpas alternativas sem contar toda a verdade sobre onde estive.Trabalhei assim durante meses sem qualquer arrependimento.Desejam saber mais? Contem nos comentários...