Segredos na Estrada
No dia seguinte, ela deixou a escola com o coração palpitando. Tinha retirado a calcinha no banheiro, exatamente como ele havia solicitado. A saia plissada balançava livremente, a pele exposta das nádegas e da vagina tocando o tecido a cada passo. Ele já aguardava próximo ao ponto de ônibus, o uniforme escolar dele com um toque diferente, as mãos nos bolsos e um olhar penetrante. Ao avistá-la, apenas fez um aceno discreto com a cabeça.
O ônibus chegou lotado. Eles embarcaram juntos. Ela se posicionou no meio do corredor, de pé, segurando-se na barra de metal. Ele ficou logo atrás dela, tão perto que ela sentiu o calor do corpo dele antes mesmo do primeiro contato físico. A mão dele desceu rapidamente. Não houve disfarces. Os dedos grandes apertaram suas nádegas nuas sob a saia, abriram-nas e o polegar pressionou diretamente em seu ânus. Ela prendeu a respiração enquanto ele se aproximava mais, seu membro já ereto esfregando entre as nádegas expostas enquanto dois dedos mergulhavam fundo em sua vagina sem cerimônia.
O ônibus se movia de forma irregular. Ninguém parecia notar o que acontecia ali dentro. Ele introduzia os dedos com ritmo, às vezes invadindo seu ânus com o polegar, enquanto sua outra mão segurava firme a cintura dela por cima da saia para mantê-la imóvel. O membro dele deslizava na pele úmida dela, roçando apenas na entrada sem penetrar completamente; estavam apenas encoxando como prometido anteriormente. Ela mordia os lábios e suas pernas já tremiam.