Manhã Inesperada
Despertei suando, ao olhar para o celular, já era 7:00. Levantei para tomar um banho e, ao sair do banheiro enrolado na toalha, avistei a Ana encostada na parede do corredor, com os cabelos ainda molhados, provavelmente acabara de se banhar.
Ao passar por ela, não consegui evitar de fixar o olhar em seu corpo; estava vestida com uma camiseta e um shorts bem curto que destacava suas curvas. Seu rosto iluminado por um sorriso misterioso me deixou intrigado.
Entrei no quarto e estava quase terminando de colocar minha cueca quando ouvi uma batida na porta. Ao abrir, vi que era Ana. Ela empurrou a porta levemente e entrou no meu quarto sem dizer nada. Com apenas a cueca vestida, observei enquanto ela apontava para meus lábios e empurrava meu corpo para a cama com suas mãos delicadas. Depois de fechar a porta atrás dela, começou a se despir diante de mim; aquilo me deixou enlouquecido de desejo.
Aquelas pernas torneadas e o triângulo de pelos na região íntima eram hipnotizantes. Seus seios pequenos mas perfeitamente desenhados faziam todo o conjunto parecer irresistível.
Ela subiu na cama de joelhos e começou a engatinhar até chegar próximo ao meu corpo. Beijou-me intensamente antes que começássemos uma dança apaixonada pela cama até eu assumir o controle da situação.
Ana retirou minha cueca com agilidade e nossos beijos tornaram-se mais intensos; ela enfiou suas mãos entre nossos corpos agarrando-me firmemente.
"Já sabia que você era bem dotado, adoro isso," sussurrou Ana com uma voz provocante.
Coloquei um preservativo e posicionei-me entre suas pernas em uma posição conhecida como papai e mamãe. Comecei a explorar seus pequenos seios deliciosos enquanto esfregava meu membro contra sua intimidade já úmida dos seus fluidos.
"Vai devagar," pediu Ana suavemente.
Com pressão suave fui entrando aos poucos devido à lubrificação natural; Ana franzia a testa enquanto eu permanecia parado dentro dela para que pudesse se acostumar.
"Vai! Me penetra!" ordenou Ana impaciente.
Iniciei movimentos lentos e profundos enquanto ouvia os gemidos cada vez mais altos dela que aumentavam junto com cada estocada. Adotei uma nova posição enquanto sentia as unhas dela arranharem meus braços pedindo intensidade; acabamos nos amando das formas mais variadas possíveis.
Os gemidos de Ana eram inebriantes e me estimulavam ainda mais.
Às vezes ela pedia mais rápido, mas quando percebi nossos orgasmos se aproximando, eu recuava levemente para começar a chupá-la completamente, fazendo-a sentir prazer intenso até onde conseguia ir.
Ela arranhava minhas costas às vezes mas eu nem sentia. Subi novamente colocando-a em outra posição excitante; ela gritou pedindo: "Me penetra! Faça logo!" Eu apenas coloquei a cabeça dentro dela, sentindo como se sua vagina estivesse me sugando devido à pressão das paredes internas; escolhi torturar um pouco mais neste momento quente entre nós dois.
Ana movia os quadris freneticamente implorando para que eu entrasse todo dentro dela; notei como meu membro estava brilhante pela quantidade de lubrificação presente nele. Após esse jogo sensual prolongado decidi avançar lentamente novamente; sempre recuando antes que ela pudesse ter tudo completamente dentro dela novamente. Continuei esse movimento por um bom tempo até ouvir: "Você vai acabar comigo assim..." Parei momentaneamente enquanto ela pressionava minhas coxas tentando me fazer movimentar outra vez. Então reiniciei os movimentos só que agora rápidos e sem parar; e no meio daquela loucura escutei: "Ai vou gozar! Você é incrível!" Fiquei surpreso observando as expressões do rosto dela durante seu clímax... continuei naquele ritmo intenso recebendo sua energia até ela relaxar completamente sobre mim, esperando o momento certo... instruí: enquanto isso Anne pediu que não gozasse dentro dele porque queria receber tudo na boca! "Estou quase lá!" respondi angustiado! nas rápidas reações após isso, saboreamos um ao outro sem restrições sobre nossas vontades.