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bissexual

Experiência Perturbadora

✍️ Por Nome brasileiro 📅 10 de outubro de 2026 👁️ 2 visualizacoes 📖 4 min de leitura 📝 798 palavras

Após várias histórias publicadas sobre encontros entre homens e mulheres, hoje decidi compartilhar minha experiência inicial com um homem, que foi tudo menos romântica ou convencional; na verdade, foi algo bastante brutal.

Era o ano de 1990, eu estava prestes a completar 20 anos e havia me mudado para uma nova cidade. Tudo era novidade para mim. Naquele dia, recebi a tarefa de fazer uma cobrança em uma propriedade rural de um cliente. Meu supervisor havia me informado que já tinha falado com ele e que o pagamento seria feito em dinheiro, sem passar por bancos devido à natureza da transação. O valor era considerável e eu fiquei imaginando quantas notas teria que carregar. Mas, sendo jovem e impulsivo, fui até aquela chácara.

Perdi-me ao tentar encontrar o local, pois pensei que seria mais próximo do que realmente era. Ao chegar lá, vi que a propriedade era cercada por muros altos e um portão de ferro imponente. Estacionei o carro e toquei a campainha. Ao abrir o portão, encontrei o cliente — um homem com uma expressão ameaçadora — que gesticulou para eu entrar antes de trancar o portão atrás de mim. Ele se aproximou enquanto me conduzia para dentro da casa, que mais parecia um depósito abandonado: montanhas de roupas, discos velhos e móveis cobertos de poeira estavam espalhados pelo lugar.

Com os documentos (garantias) em mãos, perguntei como seria efetuado o pagamento. Ele abriu um baú e tirou uma caixa maior do que uma caixa de sapato dizendo: 'Está tudo aqui. Sente-se e conte porque não quero mais problemas com seu chefe.' Não compreendi bem sua afirmação, mas me sentei à mesa e comecei a contar as notas. O processo levou tempo e ele aproveitou para trazer água e perguntar se eu queria mais alguma coisa; recusei apenas pedindo água.

Durante a contagem demorada do dinheiro, ele permaneceu sentado no sofá em frente a mim com um olhar fixo. Em determinado momento percebi que suas mãos estavam dentro das calças dele enquanto ele mexia em seus genitais. Quando finalizei a contagem e me levantei para entregar as garantias disse: 'Pronto estamos quites.' Ele soltou uma risada sarcástica: 'Quites nada! Seu chefe me prejudicou, agora é você quem vai pagar!' Fiquei pálido ao ouvir isso enquanto ele continuava: 'Você levará todo esse dinheiro pra ele sim; mas agora vou te dominar! Isso pode ser bom ou ruim.' Então retirou um revólver enferrujado escondido atrás de uma almofada junto a uma faca grande.

Tentei argumentar dizendo que não tinha nada a ver com isso; meu chefe era quem deveria ser responsabilizado... Porém ele avançou sobre mim apontando a arma diretamente na minha direção antes de disparar! Vi o fogo sair do cano enquanto a bala atingia a parede atrás de mim espalhando pedaços dela por toda parte. Comecei a chorar enquanto ele ria da minha desgraça.

Mandou-me despir rapidamente – fiz isso meio confuso – só então percebi que estava nu enquanto ele permanecia vestido com seu órgão ereto diante de mim. Ele segurando ainda sua arma empurrou-me contra o sofá arrancando minha roupa íntima violentamente deixando-me machucado enquanto ria incessantemente.

Ele literalmente me lançou no sofá como se fosse um brinquedo qualquer posicionando-se sobre mim logo em seguida tendo total controle da situação. Olhando nos meus olhos disse: 'Olhe aqui!' Quando levantei os olhos vi seu órgão se aproximando do meu rosto enquanto eu apavorado tentava reagir; levei então aquele golpe inesperado na boca dele ordenando-me: 'Abre essa boca senão você vai se dar mal!' Paralisei fechando os olhos até abrir minha boca involuntariamente ao sentir seu membro invadindo-a profundamente.

Estava ali sendo dominado dessa forma horrenda sem saber como escapar daquela situação aterrorizante onde quase vomitei; ele segurava minha cabeça forçando movimentos contra sua virilidade grotesca achando divertidíssimo meu ar desesperado clamando por ajuda!

Ele se aproveitou da situação descontrolada onde implorava por misericórdia quando fez questão de cuspir nas minhas partes íntimas antes de introduzir-se ainda mais fundo sem dó nem piedade fazendo aquilo durar eternamente! A dor aumentava cada vez mais ao ponto dos meus olhos estarem cheios d'água tentando resistir àquela devastação impiedosa!

Quando finalmente ficou satisfeito após gozar sob controle total ainda assim não bastou; exigiu ações diferentes antes mesmo de liberar-me... E assim prosseguimos novamente sob suas ordens exaustivas onde implorava por clemência ouvindo-o zombar durante todo aquele tormento!

Apenas consegui escapar mancando carregando comigo algum trocado pensando no quanto ainda restaria depois daquela experiência horrenda - cheia de surpresas macabras...

Ao voltar ao escritório meu supervisor questionou sobre nossa transação financeira insistindo em conferirmos juntos resultados finais – ri desconcertadamente afirmando ter sido ameaçado para não contar nada... Isso pareceu divertido pra ele até notar algumas discrepâncias monetárias restantes perguntando se valeria à pena discutir isso considerando quem estava envolvido!

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traicaofetichebdsm
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