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Descobertas Liberais

✍️ Por Carlos Silva 📅 13 de outubro de 2026 👁️ 0 visualizacoes 📖 3 min de leitura 📝 421 palavras

Sou um senhor na casa dos 64 anos, bastante vivenciado e aberto a novas experiências. O que realmente me dá prazer é realizar os desejos, fantasias e fetiches das pessoas, sejam homens ou mulheres. Conheci uma dama no Badoo, separada, que expressou o desejo de explorar o mundo liberal. Ela esteve casada por 25 anos; embora seu ex-marido a satisfizesse, ela queria experimentar um pouco de tudo. Sentia uma grande excitação ao ler contos ou assistir filmes sobre submissão e ser usada.

Conversamos durante dois meses até que chegou o dia do nosso encontro. Fomos a um motel temático com um quarto voltado para a submissão, onde havia uma estrutura para amarrar a parceira e brincar à vontade. Ela adorou o motel e ficou extremamente excitada ao ver o equipamento; rapidamente tirou a roupa e pediu para ser amarrada e utilizada. Amarreia-a no suporte e comecei a acariciar seu corpo até que ela reclamou que não estava ali para receber amor, mas sim para ser dominada. Com isso, intensifiquei meu toque nos seios dela, dei algumas palmadas em seu rosto e usei palavras como vadia e cadela enquanto ela se contorcia entre dor e prazer.

Quando comecei a usar um chicote em suas costas e bumbum, ela começou a gritar de prazer, gozando sem tocar-se. Após deixá-la marcada, senti vontade de urinar. Ao informá-la sobre minha intenção de ir ao banheiro, ela gritou pedindo para eu urinar sobre ela como sua cadela. Desamarrei-a e fiz com que ficasse de joelhos enquanto liberava minha vontade sobre seu corpo, elogiando-a pela delícia que era estar marcada pelo dono.

Após um banho refrescante, retornamos à cama onde ela pediu para sentir prazer intenso novamente. Eu já estava bastante excitado então penetrei com força em sua intimidade enquanto pedia para xingar-lhe por ser provocadora. Enfiei um dedo em sua parte traseira; quando reclamei que nunca tinha se entregado dessa maneira antes, apliquei algumas palmadas na sua bunda dizendo que sempre há uma primeira vez. Peguei um lubrificante e questionei se preferia carinho ou força; olhando nos meus olhos disse que queria sentir cada momento da dor como lembrança da experiência.

Assim foi feito: meti com toda intensidade possível enquanto ela gritava de alegria descontrolada, vivenciando prazeres sem limites durante as três horas seguintes de submissão mútua — uma grande descoberta tanto para nós dois! Afinal, existem gostos variados nesta vida; dentro das quatro paredes não deve haver barreiras! Para aqueles interessados nesta jornada ou com desejos similares podem entrar em contato através deste email: euamoavida2020@gmail.com.

Tags:
submissãoexploraçãoprazer
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