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A Sofisticação e a Tentação no Banheiro do Restaurante

✍️ Por Carlos Silva 📅 09 de outubro de 2026 👁️ 4 visualizacoes 📖 9 min de leitura 📝 1633 palavras

Lembro-me de que era uma noite abafada e nublada de outono; o ar, carregado de uma umidade calorosa, parecia suspender o próprio tempo. Enquanto Carla participava de um simpósio de medicina em Vitória, decidi jantar em um restaurante que eu adorava, onde costumava desfrutar de uma boa música, um vinho delicioso e um irresistível salmão ao molho de maracujá. O lugar estava cheio de jovens e rostos atraentes. Assim que entrei, um olhar me capturou, atravessou meu ser, me despiu, me deixou pulsante de desejo. Num rápido vislumbre, vislumbrei uma linda moça de rosto encantador, olhar intrigante e provocante. Naquele breve instante, pude notar um corpo admiravelmente bem esculpido, com um vestido preto solto que realçava suas pernas torneadas e bem cuidadas. Um decote generoso exibia seus seios fartos, com mamilos empinados. Procurei uma mesa bem de frente para ela, mas logo um homem grisalho, aparentando uns 55 a 60 anos, elegante em alta-costura, sentou-se ao lado dela. As alianças em seus dedos revelavam que eram casados. Ela parecia ter menos da metade da idade dele, e eles trocavam poucas palavras entre si. Ele estava de costas para mim, enquanto bebia seu vinho e prestava atenção ao pianista que nos brindava com obras-primas de Beethoven, Mozart, Verdi e Bach.

Após alguns copos de vinho, os olhares entre nós se tornaram cada vez mais intensos. O marido só podia estar ciente daquele jogo de sedução que se desenrolava entre nós, não havia outra explicação. Seu vestido curto me oferecia uma bela visão de suas pernas. Com o passar do tempo, notei que ela estava com as pernas levemente abertas, revelando uma calcinha branca e transparente que mal escondia seus pelos pubianos. Fiquei hipnotizado por aquela cena e imediatamente uma ereção tomou conta de mim. Meu membro pulsava contra a calça, duro e desconfortável, enquanto eu me sentia visivelmente agitado. Meus olhos estavam fixos naquela pequena peça de pano. As pernas dela se cruzavam e descruzavam em um movimento rítmico, mas frequentemente hesitavam em ficar abertas na minha direção. Não sei por quanto tempo permaneci ali, atordoado, imaginando o aroma do seu sexo, saboreando o gosto daquela intimidade. Minha boca salivava, e o suor escorria pela minha testa enquanto eu encarava aquele pedacinho de pano branco que mal cobria a fonte dos meus desejos. De repente, as pernas dela se abriram ainda mais. Que delícia! Pensei que ia gozar ali mesmo dentro da calça. Desviei o olhar por um instante, mas ao voltar a encará-la, encontrei seus olhos, e ela me brindou com um sorriso enigmático e malicioso. Uma cumplicidade e um desejo incontroláveis se apoderaram de mim. Ela sorriu outra vez, se movimentou para ficar mais de frente, abrindo um pouco mais as pernas.

Com a boca salivando, levantei meu olhar novamente. Sorrindo, ergui a taça para brindar àquela peça de pano que agora me parecia molhada. Ela sorriu e piscou, acariciou a perna do marido, levantou-se e seguiu em direção ao banheiro. Um tempo depois, ela retornou. Sentou-se de novo, deu um selinho nos lábios do marido, olhou bem nos meus olhos e fez com que meus olhares a seguissem até embaixo da mesa. As pernas, que antes estavam fechadas, se abriram lentamente, e eu pude notar que ela não estava mais usando aquela peça branca. No lugar dela, havia um tufo de pelos bem depilados que contornavam os lábios perfeitos do seu sexo. Ela se abriu um pouco mais e um brilho surgiu de dentro daqueles lábios rosados. Não consegui desviar o olhar. Estava entregue. Era como se eu fosse um prisioneiro daquela beleza jovem em um corpo de mulher. Ela abaixou a mão, lenta e provocativa, e começou a se tocar. Pude ver seus dedos se lambuzando naquele mel. Ela retirou o dedo e o levou à boca. Depois, sem tirar os olhos de mim, levantou-se novamente, sussurrou algo no ouvido do marido e, com um andar calmo, foi em direção ao banheiro. Não resisti e a segui. Ela havia acabado de entrar na área feminina.

Num súbito impulso de loucura, entrei logo atrás dela. O banheiro parecia deserto e, em um canto à esquerda, ela estava em frente ao espelho. Ela deu dois passos para trás, encostou-se na divisória entre as cabines e me olhou. Subiu o vestido, revelando-se inteiramente para mim. Dobrou um pouco os joelhos e abriu bem as pernas. Desceu a mão suavemente pelo corpo, parando com a palma na sua intimidade. Enfiou um dedo e retirou aquele néctar que eu já não aguentava mais para provar. Ela se levantou e entrou na última cabine. Segui-a.

Agora não havia mais lugar para jogos; a porta se fechou atrás de mim e colei meu corpo ao dela. Nossas bocas se encontraram, as línguas dançando em uma coreografia frenética, se devorando. Arranquei seu vestido com violência e comecei a mamar nos seios daquela mulher. Minha mão direita envolveu aquele peito, apertando, sugando e mordendo suavemente aqueles mamilos rosados e duros. Passei minha língua neles como se fossem um clitóris super desenvolvido. O primeiro gemido dela escapuliu. Ela puxou minha cabeça com força contra seus seios. Sugava como se fosse um bebê, mordendo com um pouco mais de força. Estava completamente fora de mim. Ela, tomada pelo prazer, se encostou na parede. Rapidamente, desabotoou minha camisa e arranhou minhas costas. Empurrou minha cabeça para baixo, e eu caí de joelhos naquele piso frio.

Agora, bem diante de mim, estava uma das vaginas mais lindas que já vi. Os poucos pelos formavam uma linha tênue contornando seus lábios carnudos e levemente abertos. Ela brilhava, ensopada pela excitação. Mais acima, um clitóris ereto e também brilhante se destacava. Parei por um momento, admirando a complexidade úmida. Coloquei minhas mãos nas curvas dos seus quadris. Colei meu rosto quase tocando aquele sexo e respirei fundo, sentindo o aroma inebriante daquela delícia. Não sei o que se passou naquele segundo. Um torpor me tomou. Um aroma agridoce invadiu minhas narinas e penetrou meu cérebro, fazendo minha boca encher de água.

Apertei minhas mãos, que agora estavam na sua bunda, e lentamente aproximei meus lábios dos dela. Tirei a língua para fora e com a pontinha toquei seu clitóris. A reação foi instantânea: suas mãos forçaram minha cabeça em direção ao seu sexo. Resisti e continuei apenas com a ponta da língua a subir e descer naquele botãozinho. Olhei para cima e vi uma mulher desesperadamente excitada. Ela mordia os lábios, tentando sufocar os gritos que queriam escapar da sua garganta. Comecei a descer minha língua, sem desgrudar o olhar do seu rosto.

Agora, eu estava embaixo, bem no vão daqueles lábios carnudos. Não usava mais a ponta da língua, mas a boca inteira a chupá-los. Era um néctar grosso, quente, doce e aromático que preenchia minha boca. Desfrutava e absorvia tudo que saía daquela fonte de prazer. Passava a língua de baixo para cima, sempre voltando para penetrá-la o mais fundo que conseguia. Agora, eu estava lambuzado, com a boca cheia daquele mel. Bebi até saciar minha sede naquela deliciosa vagina, e ela gozou a primeira vez, me lambuzando ainda mais. As pernas dela vacilaram, e eu aproveitei para sentá-la na tampa do vaso sanitário. Continuei ali agachado e coloquei um pé dela de cada lado da porta.

Ela estava quase deitada na tampa da privada. Com as pernas bem abertas, os pés na porta, minha visão era um paraíso: uma vagina exposta e, por cima, um cuzinho completamente revelado. Não desgrudei minha boca da sua vagina. Lambi e comecei a acariciar com os dedos aquela maravilha. Coloquei um dedo dentro dela, e ela suspirou fundo. Desci e comecei a passar minha língua suavemente pelo seu ânus. Ela gemeu alto e se abriu ainda mais, se oferecendo toda. Virei um pouco a mão e, com o outro dedo, fui forçando a entrada do seu ânus. Aos poucos, ele cedeu. Agora, eu tinha um dedo dentro do ânus dela, outro na vagina, e minha língua estimulando seu clitóris. Ela se contorceu, respirou fundo, soltou um gemido alto e gozou novamente.

Seu corpo estava mole de tanto prazer. Me ergui, desabotoei a calça e tirei meu membro para fora. Puxei-a pelos cabelos, fazendo-a encarar como me deixara. Ela pareceu se assustar com o tamanho e a grossura do meu membro diante dela, mas esboçou um sorriso tímido. Não a deixei pensar muito e forcei a entrada do meu membro na sua boca. Ela engasgou, mas logo se acostumou com o volume e começou a chupar divinamente. Mesmo sendo jovem, tinha maestria na arte do sexo oral. Engoliu quase tudo a princípio, depois tirou e colocou novamente inteiro na boca. Eu contemplava tudo de cima, aquela boca sugando meu membro, seus cabelos esvoaçando frenéticos. Ela usava os dentes de modo sutil, arranhando levemente a cabeça e isso me deixava louco, alucinado. Perdi o controle e gozei intensamente. Parecia que não parava de ejacular na sua boca. Ela me olhava provocantemente enquanto um pouco do meu sêmen escorria pelos cantos da boca dela. Ela bebeu tudo quase sem parar de me chupar. Estava tão excitado que não deu tempo para meu membro amolecer. Sob o calor daquela língua, ele estava ereto novamente.

Retirei meu membro da boca dela e me agachei para beijá-la em agradecimento por aquele clímax incrível. Ela se levantou, colocando uma perna na bacia e mantendo a outra no chão. Peguei meu membro nas mãos e esfreguei várias vezes na sua vagina. Coloquei a cabeça do meu membro na entrada e empurrei levemente para dentro, esperando que ela se acostumasse com o volume. Passei minhas mãos pelas suas costas e puxei seu corpo para o meu, fazendo seus seios tocarem meu tórax. Olhei bem fundo nos olhos dela e, jogando meu quadril para frente, a penetrei sem hesitar. Meu membro escorregou deliciosamente para dentro dela.

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