incesto

Uma Experiência Proibida e Inesperada na Casa da Tia

✍️ Por Lucas Silva 📅 09 de outubro de 2026 👁️ 3 visualizacoes 📖 6 min de leitura 📝 1003 palavras

Meu nome é Letícia, tenho 18 anos, sou morena clara com cabelos longos e ondulados, 1.55m de altura, corpo esguio e uma cintura fina que sempre atrai olhares. Desde pequena, sempre percebi que meu corpo era diferente, principalmente na região íntima. Enquanto minhas amigas tinham vaginas pequenas e delicadas, a minha era consideravelmente maior e com lábios bem definidos, coberta por uma pelagem negra que eu mantinha bem cuidada. Apesar do tamanho, eu não cresci tanto quanto minhas colegas e acabava atraindo mais a atenção de homens mais velhos do que dos da minha idade. Como eu invejava as meninas do time de vôlei do colégio, todas altas e com curvas impressionantes.

Nunca me considerei feia; pelo contrário, tenho um rosto bonito que já fez alguns meninos se interessarem por mim. Porém, sempre desejei um corpo mais curvilíneo e um pouco mais de altura. Com a minha libido em alta, só tive dois namoradinhos, e foi apenas com o último, o Rafael, que decidi me entregar. Ele até tinha um membro um pouco maior, mas a espessura deixava a desejar. Lembro da expressão de surpresa dele quando viu o tamanho da minha vagina pela primeira vez. Ele fez de tudo para me penetrar, mas eu me mantive firme e só deixei que ele me chupasse, e nossa, que prazer indescritível foi aquele!

Estava decidida de que a primeira vez teria que ser com um homem que me deixasse pulsando apenas com seu olhar. Queria alguém forte, másculo e com um membro que me fizesse sentir intensidade a cada movimento. Enquanto isso, me contentava com as preliminares e com as chupadas do Rafael. Um dia, meu pai esqueceu um DVD na sala e, curiosa como sou, não resisti à tentação. Coloquei o filme e me deitei no sofá, mas assim que as cenas mais quentes começaram a rolar, uma onda de desejo me atingiu. Vi uma mulher pequenina sendo dominada por um homem robusto, e o tamanho do membro dele me deixou completamente extasiada.

Com as mãos entre as pernas, comecei a me acariciar, e uma onda de prazer tomou conta de mim. O orgasmo foi intenso e diferente de tudo que já havia sentido com Rafael. O volume espesso que saiu de mim me surpreendeu, e eu sabia que queria sentir isso novamente. Desde aquele dia, minha mente estava repleta de fantasias sobre experiências cada vez mais intensas. Outra noite, enquanto lia um livro na cama, ouvi gemidos vindos do quarto dos meus pais. Curiosa, levantei-me silenciosamente e espreitei pela porta. Como não costumamos fechar as portas, empurrei-a devagar e fiquei paralisada com a cena que se desenrolava: meu pai estava em cima da minha mãe, com um membro que eu só poderia sonhar em experimentar.

A partir daquele dia, sempre que escutava os gemidos dos meus pais, corria para espiar. Era um ritual, uma maneira de explorar minha própria sexualidade. Eu sonhava com meu pai me levando a um clímax tão intenso quanto o que via. Quando minha tia Ana, irmã da minha mãe, precisou de cuidados, decidi passar alguns dias com ela e meu tio Marcos. Eles sempre foram muito abertos e liberais. Com eles, as conversas eram animadas e recheadas de histórias sensuais. Adorava ouvir sobre as experiências deles, e sonhava em ter um amor tão intenso e sem ciúmes, como o deles.

Em uma das minhas saídas, tio Marcos me deixou no centro da cidade para fazer algumas compras e foi me buscar mais tarde. Ao olhar meu celular, vi uma mensagem informando que minha tia teve um imprevisto e estava no hospital. Encontrei uma amiga que me ofereceu carona e, ao descer do carro, senti uma vontade urgente de ir ao banheiro. Assim que entrei em casa, fui direto para o banheiro e, para minha surpresa, encontrei tio Marcos pelado, atendendo a sua própria necessidade. Ele me viu e ficou branco, enquanto eu não conseguia desviar os olhos de seu membro ereto, tão grande quanto eu imaginava.

Recuperando-me do choque, pedi licença e, mesmo com ele me observando, levantei minha saia, abaixei a calcinha e me acomodei no vaso. A expressão de tio Marcos mudou quando viu a minha vagina, e ele ficou parado, admirando enquanto eu me aliviava. Assim que terminei e me levantei para me limpar, ele começou a falar. — Letícia, que é isso que você tem aí? Isso não é comum para uma garota do seu tamanho!

Eu sorri e, sem hesitar, respondi: — E você também não fica atrás, tio. Deve deixar todas as mulheres loucas com isso!

— Gostou do que viu? Eu percebo que você está bem interessada. — Na verdade, eu vi você e fiquei bem surpresa, não esperava encontrar algo assim. — Você sabe que para entender a grandeza de uma mulher, precisa conhecer mais profundamente, certo? — O que você quer dizer com isso? Ele me convidou a tocar em seu membro e, mesmo nervosa, concordei com a cabeça.

Minhas mãos tremiam um pouco enquanto eu segurava o membro dele. Comecei a me mover lentamente, como eu havia visto nos filmes, e a cada toque, mais prazer eu sentia. Ele olhava para mim, completamente fascinado. Nunca imaginei que poderia fazer isso, e a adrenalina corria em minhas veias. Finalizei a masturbação dele com um golpe intenso, e em poucos minutos, ele teve seu clímax. O jato quente espalhou-se pelo meu rosto, mas eu não me importei e até limpei com a língua, como se fosse uma guloseima.

Com o rosto molhado e minha boca cheia de seu sêmen, ele me puxou para perto e selou nossos lábios em um beijo ardente. — Você realmente trouxe à tona algo que não sentia há tempos. Minha esposa não me satisfaz mais, e você me deixou em chamas! — Quer saber de uma coisa? Vamos parar por aqui antes que alguém nos pegue. Eu estava tão perdida nas minhas fantasias que não percebi que a situação havia mudado completamente. meu coração batia forte, e minha mente estava repleta de novas possibilidades.

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