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Um Passeio Inesperado

✍️ Por Anônimo 📅 13 de outubro de 2026 👁️ 0 visualizacoes 📖 4 min de leitura 📝 767 palavras

Como frequentemente faço, me vesto com roupas bem provocantes, seja uma mini saia ou um vestido justo e curto, complementados por meias de liga, e vou passear pela cidade para me exibir. Desta vez, devido ao calor intenso, optei por um vestido curto de seda, brilhante e rosa claro, bem soltinho. Por baixo, usei um conjunto vermelho composto por uma calcinha rendada e um sutiã igual às calcinhas, além de um cinto de ligas que segurava meias pretas muito brilhantes. Como sempre, utilizei os transportes públicos para ser vista. Cheguei ao castelo do queijo por volta das duas da tarde. Uma brisa suave passava por baixo da minha saia, proporcionando aquele arrepio gostoso que eu tanto apreciava. Os homens que passavam olhavam para mim enquanto a saia levantava com o vento revelando a liga sexy das minhas meias e às vezes um pouco mais. Passeei pela cidade mostrando as pernas e me excitando ao notar os olhares dos homens e seus comentários atrevidos. Um café aqui, um sorvete ali… minhas pernas brilhando sob o sol… chegou o momento de retornar ao ônibus.

Entre chegar à parada e entrar no ônibus já eram sete horas da noite, hora do rush, então o veículo estava relativamente cheio quando chegou à parada. Entrei e não havia lugar livre para sentar; fui até a parte de trás encostando-me na janela para apreciar a paisagem com as costas voltadas para o interior do ônibus. À medida que a viagem prosseguia, novos passageiros entravam e se apertavam para acomodar-se. Eu estava encostada na janela em um canto; conforme as pessoas se comprimiam contra mim, eu sentia que minha movimentação ficava restrita como numa lata de sardinhas. Foi então que percebi alguém se aproximando demais; inicialmente achei normal até que senti uma mão deslizar sob meu vestido.

A mão começou a acariciar suavemente minhas nádegas; era uma mão grande e áspera cuja presença era impossível ignorar enquanto eu estava presa naquele canto – mas já animada pelo passeio daquele dia, isso só aumentou minha excitação. Afastei ligeiramente as pernas para facilitar seu toque; ele percebeu minha umidade – aquela calcinha rendada mal protegia – e num movimento rápido seu dedo encontrou meu interior. A intensidade dessa ação fez com que eu me pressionasse contra a parede do ônibus enquanto abria ainda mais as pernas; aquele dedo grosso adentrou sem dificuldades e girava dentro de mim fazendo-me morder os lábios para conter meus gemidos.

Ele deu dois empurrões mais fortes antes de retirar o dedo deixando-me bastante excitada e molhada. Respirei fundo enquanto mantinha as pernas abertas esperando algo mais... logo senti meu vestido sendo levantado novamente enquanto sua virilidade se preparava para penetrar-me lentamente; devido à minha grande umidade ele deslizou facilmente para dentro de mim até que sua cabeça ficou completamente encaixada em meu interior.

Em seguida segurou minhas nádegas dando uma investida forte puxando-me em sua direção ao mesmo tempo em que sua masculinidade desaparecia dentro do meu corpo. Naquele momento pegamos uma estrada esburacada onde ele aproveitou para começar a me penetrar com força sem que ninguém percebesse o que acontecia ao redor.

Agarrei-me firmemente em um suporte na frente enquanto abria ainda mais as pernas permitindo-lhe aprofundar-se melhor enquanto eu ajudava com movimentos conscientes - queria sentir cada centímetro dele furando meu ser profundo! Ele continuou impetuosamente intensificando seu ritmo cada vez mais; toda estocada fazia meus quadris colidirem contra a parede do ônibus acelerando ainda mais nosso ato.

O calor tomou conta de mim junto à excitação crescente à medida em que expandia minhas pernas empurrando-as pra trás permitindo-lhe explorar cada vez mais fundo - era tanta intensidade que parecia estar prestes a explodir dentro de mim! Infelizmente cerca de meia hora depois ele posicionou-se completamente dentro de mim mantendo-se firme fazendo pressão contra pontos sensíveis antes de liberar seu desejo ardente em rajadas quentes nas minhas profundezas - sentia cada pulsação inundando-me.

Após terminar suas ondas intensas ele permaneceu imóvel por alguns instantes seguindo depois devagar retirando-se totalmente como se estivesse saindo da minha intimidade - deixou-me exposta com aquele calor interno; sabia que teria dificuldade em disfarçar tudo isso assim que começasse a caminhar pois tinha certeza de todo líquido escorrendo pelas minhas pernas abaixo sem contar a mini saia não iria esconder nada!

Apertei o botão pedindo paragem na próxima saída tentando manter-me tão calma quanto possível até finalmente conseguir descer do transporte público rapidamente - assim logo na primeira passada senti tudo escorregar entre minhas coxas mas agora poderia andar tranquilamente desfrutando dessa sensação maravilhosa sabendo exatamente o quanto aquilo foi intenso... mesmo sem proteção.

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