Retorno Intenso: Desejos, Surpresas e o Apetite do Amor
Eu estava na maior carência. Voltando de uma longa viagem de trabalho em Berlim. Sim, três meses sem meu homem, meu amor, meu cúmplice, meu safado, meu desejo, minha paixão! Claro que a saudade estava me enlouquecendo. Todos os dias fazíamos videochamadas.
Muitas delas tiveram sexo virtual, mas nada, absolutamente nada, se compara ao toque, ao cheiro, ao calor do corpo dele. Cheguei de viagem na madrugada do dia 7 de setembro, completamente exausta. E o Rafael, como sempre, muito atencioso e carinhoso comigo e, claro, faminto por mim, foi me buscar no aeroporto.
Pensando na saudade que eu sentia dele, decidi viajar sem nada por baixo, e isso só aumentou meu desejo. Quase morri ao pisar no Brasil. Mas não importa... eu estava com o meu amor! Assim que nos encontramos...
nossa senhora... foi uma explosão de emoções: desejo, saudade, ansiedade, lágrimas, e muito, muito mais desejo. Nos perdemos em beijos no aeroporto e, claro, aproveitamos pra reclamar do frio. E fomos direto pro carro.
Mais beijos, mais amassos... mas eu estava carente de tudo: carinho, safadeza, romantismo, putaria com ele. Então, claro, abri a calça dele e comecei a chupar só a cabecinha, deixando-o louco de vontade. Nós dois rimos, ele me proibiu de fazer viagens longas sem a companhia dele.
Ele queria saber tudo: meus dias de trabalho, minhas saídas... tudo isso sem ele. E conversamos muito no carro, nossas mãos passeando entre os corpos um do outro.
No caminho, eu disse: - Amor... vamos parar em um motel. Não dá pra esperar até em casa! E sem hesitar, ele aceitou minha ideia.
Entramos em um motel bem legal e escolhemos uma suíte que tinha um clima que lembrava 50 Tons de Cinza, com acessórios para amarrar, chicotes e várias coisas interessantes. Subimos as escadas como dois adolescentes, fechando a porta atrás de nós. Abraçados, nos beijávamos, nos esfregávamos, sussurrando palavras de amor... um desejo delicioso! O Rafael decidiu ligar a hidromassagem para relaxarmos depois.
Enquanto a água enchia, ele começou a me falar: - Quero te despedaçar, mas antes... preciso te amar. Ah, porra...
esse homem me conquista! Fechei os olhos e apenas disse: - Me ama, me fode! Ele começou a tirar meu vestido que tanto ama e, claro, sabia que eu estava sem nada por baixo. Fez isso rapidamente e me empurrou gentilmente para a cama até que eu estivesse deitada. Começou a chupar meus seios de forma intensa, como se estivesse se alimentando.
Apertava gostoso, gerando aquela dorzinha boa de desejo. Foi descendo seu beijo pelo meu corpo e chegou entre minhas pernas. E, deliciosamente, começou a lamber minha buceta com movimentos iguais a beijos... uma loucura total.
Sua língua deslizava em meu rabo... eu já estava perdendo a cabeça de prazer. E, claro, pedi pra ele me penetrar!
A resposta foi: não. - Quero sentir mais seu sabor. E a cada chupada daquela língua grossa, eu ia ao êxtase.
Meu néctar escorria enquanto ele se deliciava com isso. Então ele subiu até minha boca e me beijou ardentemente. Meu corpo estava pegando fogo de desejo. Minha buceta doía de tanto tesão.
Ele só colocou a cabecinha pra me provocar cada vez mais. Eu estava cortando meu próprio desejo e implorando pra ele me penetrar. Ele sorria de forma maliciosa e voltou a lamber meus seios até chegar de novo entre minhas pernas.
Depois, pediu pra eu ficar de quatro e começou a lamber meu rabo e buceta ao mesmo tempo. Eu realmente estava acabada! Ele chupava meu rabo e deixava tudo molhadinho.
Que prazer ser toda dele... é impossível descrever! Ele sussurrou: - Amor, que saudade eu tenho desse seu culinho lindo! E no mesmo instante, empurrou a cabecinha dele na minha entrada, só a pontinha. Ele começou a entrar lentamente...
mas muito lentamente, aumentando meu desejo. Eu estava completamente perdida. Levantei meu quadril e ele entrou muito mais. Assim que começou a socar mais forte, o romantismo foi pro espaço e ele completou: - Agora é a hora de te despedaçar!
E se montou em mim. Meus gemidos se perderam em gritos de prazer e eu implorei pra que ele não parasse. Comecei a brincar com meu clitóris, estava tão louca de tesão, quando apenas disse: - Não vou aguentar maiis!
Vou gozar! E gritei alto. Ele, ao mesmo tempo, soltava um uivo enquanto goza em mim. Não parávamos. Era uma loucura total.
E ainda bem que a hidromassagem estava soltando pouca água. Eu só implorava: - Não para... não para... Estávamos ofegantes, assim como ele.
E ele foi diminuindo a intensidade até tirar seu membro de dentro de mim. Que volta perfeita! Entramos na água, nos abraçamos e nos beijamos muito.
Fiquei um bom tempo ali, naquela água quente, onde nos acalmamos e relaxamos. Foi quando eu virei e disse pra ele: - Amor, trouxe algumas surpresas pra usar em você! Peguei a mão do Rafael, ainda molhado, sem deixá-lo secar. Queria sentir o calor da pele dele contra a minha, a água misturando nossos corpos.
- Vamos, meu amor. Isso ainda não acabou. Levei ele pra cama. Peguei uma venda de seda que trouxera da viagem, uma das surpresas de Berlim, e coloquei nos olhos dele.
Ele estava sorrindo, confiante, achando que era só mais um jogo leve de dominação. Amarrei seus pulsos e tornozelos naquele “X” de metal da cama. Ele estava completamente à minha mercê, vulnerável, lindo demais. Fui até a mala.
Abri com mãos trêmulas de desejo. Lá estava: o strapon que comprei numa sex shop maravilhosa de Berlim. Não era igual aos que já usamos. Era... realista demais.
Silicone de altíssima qualidade que imitava a pele perfeitamente, veias saltadas, cabeçote rosado, um saco pesado e grande. E o melhor: um reservatório interno e uma bomba escondida na base para simular ejaculação. O Rafael não fazia ideia do que o aguardava. Coloquei o strapon, ajustando entre as pernas.
Aquele peso balançava na minha frente, estranhamente excitante. Peguei uma vela aromática de baunilha que estava na cabeceira e acendi. Voltei pra cama. Rafael estava ofegante, ansioso.
Passei a ponta do strapon nos lábios dele, bem devagar. Ele arregalou os olhos, surpreso com o tamanho. - O que é isso, amor? - Uma surpresa, para meu homem.
Deixei a cera quente cair sobre seu peito. Ele suspirou, gemendo alto. Pinguei nos mamilos, vendo-os endurecerem na hora. Ele se contorcia, seu membro começando a pulsar, levantando e endurecendo novamente.
Cuspi na ponta do strapon, molhando bem, e voltei a passar nos lábios dele. Dessa vez, empurrei um pouco mais. - Abre. Ele hesitou.
Era grosso, maior do que estávamos acostumados. A textura realista o assustou. - Amor, isso é... - Chupa, estou mandando. (ordenei) Minha voz soou firme, autoritária.
Ele hesitou mais um segundo, mas a submissão venceu. Abriu a boca e aceitou a cabeça entre os lábios. Nossa... ver meu homem mamando meu pau de silicone, me deixou encharcada instantaneamente. Senti minha buceta pulsar, escorrendo líquidos quentes pelas coxas sem que eu precisasse tocar.
E senti algo mais... era o Rafael ainda quente, escorrendo de mim, lembrança da foda que tivemos antes da hidromassagem. Agora era minha vez de dar prazer. Tirei a venda dele. Rafael piscou, deslumbrado, e quando seus olhos focaram no strapon entre minhas pernas, seus olhos se abriram ainda mais.
- Larissa... não... isso é muito grande.
Não vou aguentar, porra! - Vai sim, meu amor. Você vai aguentar. E vai pedir mais.
Ele balançou a cabeça, assustado, mas eu já estava além do ponto de recuo. Queria penetrar aquele cu, sentindo ele se abrindo pra mim. - Fica de quatro. Agora.
Ele hesitou, vi o medo e o desejo em seu olhar. Mas ele obedeceu. Virou de barriga pra baixo, levantou a bunda. Aquela visão...
meu Deus. Três meses sem ver meu macho assim, na posição que se torna minha puta! Me posicionei atrás e dei um longo beijo grego, arrancando gemidos e fazendo ele relaxar, se entregando. Aproveitei esse momento e ele nem viu quando apertei a bomba, enchendo o reservatório com o líquido branco, espesso e quente, uma imitação perfeita de esperma.
Ele estava ofegante. Não peguei o gel habitual. Em vez disso, passei a ponta do strapon, já lubrificada com o líquido sintético, na entrada do seu cu. Ele sentiu a diferença, algo mais denso, mais quente.
Fiquei um tempo brincando na entrada, para garantir que o Rafael estivesse relaxado. - Só a cabecinha, amor. Prometo. Comecei a empurrar.
Devagar. Muito devagar. Sabia que ele sentia aquela dorzinha deliciosa de arrombamento, a sensação de ser invadido. Três meses sem eu tocá-lo...
ele estava quase virgem. Ele soltou um grito seco quando a cabeça passou pela entrada. Ergueu as costas, gemendo suavemente.
Comecei a falar as putarias que sei que ele adora ouvir nessa hora, de forma dominadora - Dê seu cu pra mim, minha puta, quem é minha puta? - Eu sou... porra... sou sua puta, Larissa...
- Dê seu cu gostoso, safado! Empurrei mais. Ele gemia, misturando dor e prazer. Cada centímetro era uma conquista, eu sentia ele se entregando pra mim.
Comecei a bombar, devagar no início, sentindo cada reação dele. E ele implorava, a voz abafada no travesseiro. - Mais... por favor... Aumentei o ritmo.
As batidas ficaram mais secas, mais intensas. O som do nosso corpo se encontrando ecoava pelo quarto. Ele gemia alto, sem vergonha, pedindo mais, sempre mais, mesmo quando se contorcia de dor. - Arromba meu cu, Larissa...
por favor... me rasga! Que saudade de você! Eu o fodia com força.
O strapon entrava e saía, brilhante, molhado. Minha mão alcançou seu membro, duro, pulsando, prestes a explodir de desejo. Ele nem precisava de toque, estava prestes a gozar só da penetração. - Vou gozar...
porra... vou gozar, amor! - Goza, minha puta! Goza pra mim! Ele gritou, um urro abafado, e eu senti seu membro pulsar, jorrando esperma na cama, sem parar.
Nesse momento, apertei a bomba do strapon. Rafael deu mais um grito agudo, surpreso. Sentiu o líquido quente, espesso, invadindo seu cu, preenchendo-o. Esperma sintética escorrendo, quente, molhada, uma sensação intensa de ser possuída completamente.
- O que é isso?... porra... Larissa...
- Shhh...