Minha Adorada Sogra - Como Tudo Começou?
Como chegamos a essa situação? Isso parece completamente errado, mas é incrivelmente prazeroso...
Para ser honesto, nunca imaginei que a senhora era tão deslumbrante como estou vendo agora; tocar esse corpo sempre foi um sonho distante.
Essa foi uma das frases de um diálogo que eu jamais pensei que teria com minha sogra, dona Helena, mãe da Lara, minha esposa. É curioso pensar que tudo isso começou de uma simples ajuda na casa dela para consertar o vazamento da pia da cozinha.
Espero que meu relato provoque em vocês as mesmas emoções que eu senti ao longo de todo esse acontecimento. Boa leitura!
Antes de iniciar a narração propriamente dita, permita-me apresentar: meu nome é Caio, tenho 27 anos. Sou um homem branco, com 1,88m e pesando 98kg. Faço boxe e musculação e sempre priorizei o máximo de desempenho para essa arte marcial, resultando em um corpo bem musculoso. Residimos em uma cidade do interior de Pernambuco com minha esposa chamada Lara, uma mulher de 24 anos, loira ondulada e gerente de produção em uma fábrica bastante conhecida na nossa região (não entrarei em muitos detalhes). Tenho alguns negócios na cidade em dois ramos diferentes, o que me proporciona mais flexibilidade nos horários; no entanto, isso também implica compromissos agendados para reuniões e afins.
Agora deixo você conhecer a protagonista dessa história: minha sogra, dona Helena. Ela tem 58 anos, cabelo cacheado e mede 1,68m e pesa cerca de 54kg. Sempre se cuidou bem e mantém um corpo admirável para sua idade. Geralmente veste-se de maneira simples mas muito elegante; isso sempre foi um dos seus traços distintivos.
Desde o início do meu relacionamento com Lara, dona Helena estava solteira após descobrir uma traição do ex-marido e pai da sua filha.
Ela criou Lara praticamente sozinha desde a infância enquanto trabalhava como contadora. Posso afirmar que foi uma excelente criação; minha esposa é realmente sensacional.
Agora que já apresentei os personagens principais dessa história, posso dar início ao relato.
Tudo começou em 2022 durante um dia comum quando eu estava livre das obrigações relacionadas aos meus negócios e Lara estava no trabalho. Era comum isso acontecer; na verdade, eu passava boa parte do tempo sozinho devido à carga horária extensa da Lara. Contudo, sempre aproveitava para visitar minha sogra porque ela me tratava como um filho e eu sempre me disponibilizava para ajudar no que fosse preciso — talvez porque tenha perdido minha mãe cedo demais.
Nesse dia decidi fazer meu treino físico antes de ir até lá. Cheguei à academia e iniciei meu treino; porém, durante a metade do exercício focado no peito e ombros recebi uma mensagem da Helena:
— Olá Caio querido! Você pode me ajudar?
— Oi Hel (como costumava chamá-la), estou treinando agora mas logo termino.
— Estou tentando lavar a louça aqui mas estou enfrentando dificuldades! Você pode vir me ajudar?
— Com certeza Hel! Em cerca de 15 minutos estarei aí!
Decidi encerrar meu treino mais cedo por achar que ela pudesse estar precisando urgentemente da minha ajuda. Peguei o carro e fui até sua residência; ao chegar já fui recebido por ela na porta. Ela usava um vestido florido solto com alças finas cujo comprimento chegava próximo ao joelho – seu cabelo estava preso como quem não quer sujar durante a limpeza doméstica.
— Oi Hel! Boa tarde! O que aconteceu?
— Ah filho! Não sei exatamente... Estive tentando tomar banho mas o chuveiro está com problemas! Você sabe consertar isso?
Na verdade não tinha ideia sobre como resolver aquilo; nunca mostraria insegurança diante dela então acabei dizendo que provavelmente conseguiria ajudar, a fim de evitar parecer perdido. Entrei atrás dela na casa e segui direto para o banheiro onde examinei rapidamente a situação antes de concluir que provavelmente era apenas a resistência do chuveiro defeituosa. Pedi para ela comprar uma nova enquanto ia arrumar tudo direitinho – ela voltou rápido (imagino pela vontade urgente de tomar banho). Troquei a peça danificada e avisei-a que estava tudo pronto novamente; esse momento ela agradeceu: — Caio espera só mais um pouco! Aproveita esse tempinho livre hoje pra gente conversar... Eu fiz bolo hoje pra acompanharmos com café (ela sabe como gosto disso). — Claro Hel! Vai lá tomar banho enquanto eu aguardo! she pegou a toalha e entrou no banheiro; após cerca de uns vinte minutos ouvi sua voz suave cantando samba enquanto tomava banho — era uma canção alegre dessas que costumava ouvir quando relaxa com vinho — fiquei prestando atenção à sua voz enquanto sentia o aroma maravilhoso advindo do sabonete líquido utilizado por ela: era doce como mel misturado com flores — realmente agradável — até aquele momento não havia pensado em nada relacionado à minha sogra... apenas apreciava sua alegria cantando ali dentro junto ao perfume bom no ar. ouvido gritou - "Já vou saindo Caio! Desculpe pela demora" - respondi rapidamente informando-a estar tudo certo enquanto aguardava ansiosamente pela saída dela... havendo aberto a porta finalmente veio todo aquele perfume fresco junto comigo novamente; enquanto sentado à mesa comecei ouvindo barulhos próximos vindo ainda perto dali... então ao girar-me percebi algo inesperado: ela se apresentava linda na toalha pequena demais pra seu corpo curvilíneo ficando quase justa... tive dificuldade momentânea em disfarçar surpresa ou admiração por conta daquela cena visualizada instantaneamente . há momentos desequilibrantes entre palavras trocadas fica mais fácil deixar escapar sentimentos ... dona Helena sorriu levemente buscando aliviar qualquer tensão perceptível: you've got to put your feet on the ground and continue with your path in life ... e assim seguimos sem maiores incidentes durante aquele encontro.