Meu vizinho se tornou meu primeiro amante!
Oi, eu sou o Lucas. Para começar, vou me descrever: tenho 22 anos, sou um rapaz comum, com um corpo atlético e atraente. Gosto de ter a barba por fazer e tenho pelos no peito e nas pernas — no peito não são muitos, mas tenho muito orgulho deles. Também tenho uma tatuagem no braço e um membro de 18 cm. Sei que sou um cara que chama atenção, e isso faz com que muitos queiram me levar para a cama.
Hoje vou compartilhar como foi minha primeira experiência sexual com um homem, que aconteceu há pouco tempo. Sempre fui muito discreto; desde jovem sei que sou gay, mas a maioria das pessoas não suspeitaria disso, pois me comporto como um heterossexual. Não namoro garotas, mas me relaciono bem com os rapazes e faço tudo o que um cara "normal" faz. É evidente que muitos vivem me perguntando como um garoto tão bonito não tem namorada, ao que respondo que simplesmente não tenho sorte. E assim começou tudo, quando meu vizinho, o Thiago, me chamou para ir à casa dele. Temos a mesma idade e somos amigos desde crianças, então fui até lá saber o que ele queria.
— E aí, Thiago, como vai? — Ele me recebeu sem camiseta, mostrando seu corpo bem definido. Tive uma ereção instantânea; ele é muito atraente e, por cima, tem várias tatuagens no corpo que deixaram meu coração a mil por hora.
— Oi, tudo certo, brother!
— O que é essa surpresa? Por que não me contou pelo telefone?
— Vem ver o filme que eu fiz.
— Você fez um filme?
— Sim [Risos] — a expressão dele era travessa.
— O que você andou aprontando? [Risos]
— Vem conferir [Risos] — e eu o vi ajustando seu membro de uma maneira provocante, e nossa, aquilo me deixou todo excitado — e tira essa camiseta também, senão você vai sentir calor… [Risos]
Fomos para a sala, ele insistiu de novo para que eu tirasse a camiseta e eu acabei cedendo; logo depois, ele começou a passar o filme. Quando começou, eu fiquei boquiaberto: os atores eram ele, a vizinha da frente e o namorado dela, os três completamente nus.
— Que parada é essa, cara? — [Risos]
— Eu transei com os dois… — [Risos]
— Que loucura… — confesso que estava chocado, mas ao mesmo tempo curioso para continuar assistindo. O Thiago é um safado, mas nunca pensei que fosse tanto.
— Você nem imagina a aventura que foi… — [Risos]
— Só você para se meter em uma dessas… — [Risos]
— Cara, eu curti muito, peguei os dois!
— É isso mesmo que você ouviu: primeiro eu a peguei, depois ele a pegou, e no final, eu peguei o cara.
— Sério! O Rodrigo não parece ser desse jeito.
— Você também não parece, e no entanto, é! [Risos]
— Está me estranhando? — entrei em pânico; nunca ninguém tinha sido tão direto comigo.
— Relaxa, cara — ele pousou a mão na minha perna — para de ser antiquado. Uma transa entre homens é incrível; sai do armário de uma vez por todas. Desde a adolescência eu sei que você é gay.
— Que papo é esse? Estou estranho, Thiago, e você não sabe nada sobre mim — ele alisava minha perna e isso estava mexendo comigo.
— Deixa de ser bobo, um homem deve fazer o que lhe dá prazer!
— Ah, e agora você tem prazer em transar com homens, é isso?
— Sim, desde que transei com o Rodrigo, não consigo pensar em outra coisa, ou melhor, penso em você!
— Em mim? Você está maluco…
— Sim, eu gosto de você, cara. Você é um ótimo amigo, e quero ser eu a te dar o que você tanto deseja — e ele mostrou seu membro; meu coração disparou.
— Para com isso, vem chupar-me, vai...
— Thiago… — falei um pouco mais alto, mas já não conseguia resistir à tentação, eu sempre tive uma grande atração por aquele safado.
— Eu sei que você está morrendo de vontade de experimentar. Vem, olha só o quanto eu estou excitado, vem chupar-me, por favor…
Nem consigo contar quantas vezes me masturbei sonhando com aquele momento; não consegui mais resistir, ajoelhei-me na frente dele e olhei bem para seu membro. Era grande e rígido, estava duro; meu desejo aumentou. Ele então apontou seu membro para mim e, como um impulso, levei à boca e engoli a ponta. E nossa, que sensação! Era macio e tinha um sabor bom; fiz uma sugadinha e ele gemeu logo.
- Uhmmm, issooo, Lucas…
O Thiago estremeceu quando engoli quase todo seu membro. Era a minha primeira experiência, mas já tinha visto muitos homens fazendo isso em filmes, e mal podia acreditar que finalmente estava realizando o que tanto desejei. Eu já sabia como lidar com um membro gostoso assim; estava adorando tudo: o sabor, a textura, e comecei a sugá-lo cada vez mais fundo. Meu prazer naquele momento era imenso.
- Ai, porra… que delícia, Lucas! Você chupas bem demais. Vem cá, vamos ficar mais à vontade. — Eu não disse nada, pois sentia um pouco de vergonha; sempre reprimi aquele meu desejo mais intenso, mas ele era bem descontraído, segurou minha mão e fomos para o seu quarto.
- Eu sabia que você gostava de pau!
- Eu já te disse que não sou gay!
- Pois não... [Risos] — o safado me beijou e me empurrou em direção ao seu membro, então joguei-me na cama e comecei a mamá-lo novamente; e, nossa, como era bom chupar.
- Uhmmm, isso… Lucas, você é muito bom nisso… uhmmm…
Fiquei chupando por um bom tempo até que percebi sua respiração começando a ficar mais ofegante.
- Para, cara! Está gostoso demais, mas se continuar assim, vou acabar gozando!
- Tudo bem, também estou prestes a explodir de prazer, meu membro está duro, bem tenso… [Risos]
- Isso sim é verdade... [Risos] deixa eu ver… — mostrei meu membro para ele.
- Vê só… — ele, sem vergonha, tirou minha roupa e a dele também, agarrou meu membro e me beijou.
- Só para esclarecer que eu também não sou gay [Riso safado] — e me empurrou na cama, ajoelhou-se na minha frente e segurou meu membro. Nossa, precisei me controlar para não gozar na hora.
- Caraca, Thiago, não esperava por isso!!
- Você vai ver o prazer que vou te proporcionar hoje… [Riso malicioso] — ele se concentrou no meu membro e começou a me chupar de um jeito delicioso; eu só gemia e, no meio da chupada, ele começou a explorar minha entrada com seus dedos; nossa, que prazer foi aquele, eu comecei a gemer ainda mais alto.
- Está com vontade nesse seu cuzinho?
- Sim... — respondi envergonhado.
- Então, se vira!
Fiquei de quatro na cama com minha bunda exposta para ele, e senti suas mãos segurando-a e abrindo as minhas nádegas; até cheguei a estremecer.
- Nossa, Lucas, você está realmente excitado!
- Ah, não vai me dizer que não percebe esse botãozinho pulsando? Ele está louco por um membro.
Era verdade, eu não sabia explicar, mas sentia minha entrada pegando fogo, era desejo por ser penetrado; ele logo enfiou a língua molhada e eu delirei.
- Uhmmmm, nossaaaaaa, que sensação!
- Isso é só minha língua [Riso travesso] — e voltou a enfiar a língua na minha entrada.
Que prazer era aquele? Eu me contorcia todo; de vez em quando ele usava os dedos e inseria só um pouquinho. Aquilo me deixava louco e não consegui mais segurar meu desejo, então pedi por um membro.
- Enfia, mas é o teu pau, caramba, que eu não estou aguentando mais de desejo, uhmmm…
- Eu sabia que você era gay.
- Eu não sou gay, mas o que você está fazendo é bom demais…
- Não precisa ter vergonha disso, mas saiba: só quem é gay pede por um membro. — O safado adorava me provocar.
- Cara, depois a gente conversa sobre isso, agora me fode, vai — eu só queria mesmo ser penetrado, e aquela conversa não ia a lugar nenhum naquele momento.
- Então vamos lá… — ele se levantou rapidamente e foi colocar uma camisinha.
- Empina bem essa bundinha — eu já estava de quatro — isso…
Senti ele encostar seu membro na minha entrada e fazer pressão; quando a ponta entrou, senti uma leve dor.
- Uiii… o que é isso?
- É meu membro entrando… [Riso travesso] Relaxa, ainda é muito apertado… — eu sentia a pressão do membro dele alargando minha entrada, mas eu queria muito aquilo; fazia anos que eu desejava ser penetrado.
- Tranquilo… eu aguento!
- Claro que aguenta! Você vai adorar… [Risos]
Aos poucos, o membro dele se acomodou completamente, eu suei, mas estava amando. Nossa, finalmente estava sendo penetrado! Doía um pouco, mas era tão bom sentir aquele membro quente pulsando dentro de mim; eu só queria gemer alto. Ele, sem cerimônia, começou a bombear minha entrada; no começo, era desconfortável, mas o desejo foi superando o desconforto.
- Aiiii, caralho, Thiago!!
- Já, já, não vai doer.
- Já não dói, caramba... uhmmmm… Ai, me fodeeeee…
- Nossa, já está tão gostoso?
- Uhmmm… muito… — e senti ele dar uma estocada forte — Isso, me fode assim, nosssaaa… que prazer…
- Você nasceu para ser penetrado. Esta sua entrada já está bem acostumada, agora vou te foder como gosto…
Ele saiu de dentro de mim, mandou-me deitar de barriga para cima na cama, segurou minhas pernas, abriu-as e enfiou seu membro novamente.
— Uff... — ele entrou de uma vez, deixando-me sem ar.
— [Risos] Adoro essa sua entrada.
— Então, trate-me com carinho.
— Com carinho? Tenho que deixá-la bem larga! — ele começou a me penetrar rápido, sem dó nem piedade, e eu logo voltei a ficar excitado.
— Ai, caramba, você é demais!
— Demais é essa sua entrada apertada... toma! — ele dava estocadas fortes.
— Aiii, caramba, porraaaaaa!
Nossa, que prazer! Estava tão gostoso, mas eu tinha um desejo a cumprir: queria montar nele.
— Ai, Thiago, deixa-me montar na sua vara.
— O que é isso, cara? Você é gay? — sempre a me provocar.
— Que maravilha, não vou deixar meu viadinho esperar mais; também quero te ver montando.
— Seu bobo, rsrsrs... — agarrei ele e dei um beijo demorado.
Depois, ele sentou-se na cama com o membro ereto, à minha espera.
— Vem, viadinho, venha montar no seu macho... [Riso safado]
Posicionei-me e comecei a descer minha bunda pelo membro dele até que ele estivesse completamente dentro; depois começou a festa e iniciei o movimento de vai e vem.
— Ui, que delícia te penetrar assim.
- Uhmmmm, delícia é ter esse membro maravilhoso dentro de mim.
- Que viadinho safado você está se tornando, isso, monte gostoso no meu membro.
Nossa, como era bom. Ele também era um amante incrível; enquanto eu subia e descia, cheio de desejo pelo seu membro, ele acariciava meu corpo e...