Laços Proibidos
Era uma vez uma jovem mãe e seu filho. Juliana tinha 35 anos, pernas grossas, um corpo voluptuoso, seios médios, pele morena, cabelos lisos e escuros e um sorriso sedutor. Seu filho Felipe tinha 20 anos e um físico atlético, com a mesma cor de pele da mãe. Ambos eram artistas de tatuagens e tinham algumas pelo corpo. Felipe trabalhava no estúdio de Juliana.
O que eles não percebiam era o quão intensamente atraídos estavam um pelo outro — e também do desejo ardente que ambos, mãe e filho, sentiam um pelo outro. Contudo, já estavam começando a se dar conta... Afinal, ter uma mãe tão atraente como aquela circulando pela casa quase nua enquanto ele estava em plena fase hormonal era complicado. Ele também não ficava atrás: começou a provocar sua mãe cada vez mais, andando somente com uma bermuda leve no calor.
Um dos maiores fetiches de Juliana era receber bastante líquido em várias partes do corpo... E o maior fetiche de Felipe era satisfazer esse desejo da mãe. Com ambos solteiros, estavam aproveitando as oportunidades juntos. Juliana vestia uma calça leve que destacava suas curvas generosas e usava apenas um top por cima. Enquanto dançava na cozinha ao som de músicas provocantes, o tecido colava entre as pernas dela, acentuando suas formas.
O aroma doce do suor dela misturado com perfume leve invadia a cozinha junto ao calor do dia. Felipe também vestido apenas com shorts finos começou a acompanhá-la na dança. Ele se movia próximo dela enquanto ela contorcia seu corpo contra ele. O volume visível marcava claramente o tecido da roupa dele a cada movimento intenso entre os dois.
— Joga essa raba… vai… — ele sussurrou com voz rouca. — Se você gosta disso, não é? — respondeu Juliana provocativa. Por um momento passou pela mente dela: Isso é meu filho… meu filho me desejando assim... mas ao invés de parar, o desejo só aumentou.
— Como não gostar desse corpão… ele falou intensamente. A mão dele deslizou pela cintura dela enquanto ela gemia baixinho. Felipe então não resistiu mais e começou a acariciar o corpo da mãe até segurar seus cabelos escuros puxando-a para perto dele. O cheiro dela enchia suas narinas com intensidade crescente. — Me ama… me ama, filho… E logo começaram a se beijar apaixonadamente na cozinha; línguas se encontrando em choque enquanto os corpos se pressionavam um contra o outro.