Encontro Proibido
Eu tinha um tio que era policial e bastante conquistador. Em uma reunião familiar, ele me chamou dizendo que precisaríamos ir comprar algumas cervejas. Achei curioso ele ter escolhido apenas a mim, mas aceitei.
Meu tio era um homem alto, de pele escura e braços largos, com alguns quilos a mais por conta da bebida. Ele trabalhava como policial, embora já tivesse se afastado da função há algum tempo. Com a cabeça raspada e lábios carnudos, ele exibia aquele estereótipo de policial que gosta de andar armado para amedrontar os outros e se sentir mais viril. O que sempre chamava minha atenção nas festas familiares era quando ele estava embriagado e notava como seu volume na virilha se tornava evidente. Era difícil não pensar naquela parte do corpo dele mesmo sem nunca ter visto.
No carro, ele levava uma garrafa de cerveja enquanto dirigia tranquilamente. Começou a dizer que eu estava bem apresentado e que parecia ter ganhado massa muscular na academia. Fiquei tímido, pois nunca havia recebido elogios daquela forma dele antes. Entre os comentários positivos, ele colocou a mão em minha coxa e começou a apertar com intervalos; não recuei, ao contrário, sua mão pesada despertou em mim uma sensação intensa.
O trajeto parecia interminável e logo percebi que não estávamos indo ao supermercado; estávamos nos afastando para uma área isolada cheia de árvores e estrada sem fim. Ele parou o carro próximo a um tronco velho e pediu para eu descer. Atendi ao pedido dele e o segui adentrando pela mata densa. Então, de repente, ele sacou sua arma e disse:
- "Eu sei do que você gosta, é por isso que estou te trazendo aqui. Ajoelha!" - Ele ordenou.
Obedeci suas instruções não por medo das consequências, mas porque estava tomado pelo desejo naquele momento intenso. Ele então mandou abaixar sua bermuda e quando fiz isso, vi seu membro ereto saltar em direção ao meu rosto. Era robusto e pulsante; mal podia imaginar como seria sentir aquilo.
Ele me pegou pelo pescoço e me empurrou contra o capô do carro, colocando-me de quatro enquanto abaixava minhas roupas para começar a explorar meu corpo com sua boca voraz. A língua dele era tão potente; cada movimento fazia meu ânus vibrar de excitação enquanto sentia-o pressionando minha cintura com força.
Com movimentos persistentes ele começou a roçar seu membro na entrada do meu corpo; cada toque deixava marcas profundas no meu prazer crescente até finalmente penetrar-me completamente numa única investida. A dor era intensa, mas ofuscada pelo prazer avassalador que surgia nesse momento único.
Ele me fodia com fervor ali mesmo; eu estava curvado sobre o capô do carro enquanto ele avançava atrás de mim impiedosamente, vestido apenas com as calças abaixo dos joelhos em uma cena quase surrealista. O barulho dos nossos corpos se chocando ecoava pela mata silenciosa onde ninguém poderia ouvir nosso ato libidinoso.
Gritos roucos escapavam da boca dele enquanto me chamava por diversos nomes provocativos; eu delirava em ser submisso àquele homem forte.
Logo após tirar sua camisa, conseguiu mudar nossa posição novamente colocando-me diante dele para repetir aquela experiência saborosa em minha boca antes de jogá-las no interior do carro novamente numa nova posição audaciosa.Ele segurou minhas pernas elevadas criando ainda mais contato entre nós dois enquanto continuávamos nossa dança proibida no veículo balançante.
Quando chegamos à beira do clímax ele puxou meu cabelo firmemente fazendo-me ajoelhar mais uma vez diante dele depois finalizou liberando todo seu prazer dentro da minha boca em doses generosas enquanto eu me esforçava para saborear até o último resquício daquele prazer único.Não esperávamos terminar nosso encontro ali; tivemos ainda mais momentos intensos até voltarmos para casa como se nada tivesse acontecido após inventarmos desculpas rápidas sobre nossa demora na volta,
Depois daquele dia começamos um relacionamento secreto onde sempre encontrávamos maneiras discretas para nos encontrar longe dos olhares curiosos das pessoas ao nosso redor.