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Desvendando Segredos do Condomínio

✍️ Por Autor Brasileiro 📅 13 de outubro de 2026 👁️ 0 visualizacoes 📖 4 min de leitura 📝 698 palavras

As exibições com Lucas aumentavam e, a cada dia, tornavam-se mais atrevidas. Na piscina, ele mandava que eu sentasse ou deitasse com as pernas levemente abertas para que todos vissem bem meu visual, como ele gostava de se referir. Não importava quem estivesse por perto, fossem moradores ou funcionários da segurança que não sabiam sobre nossos encontros, mas compartilhavam fotos no grupo deles do WhatsApp. Na academia do prédio, os shorts estavam sempre ajustados para dividir as coxas, especialmente quando não havia mulheres malhando e apenas homens presentes. Nas ruas ou nos shoppings, eu precisava andar rebolando um pouco mais do que o normal; em ambientes comuns, distraía-me cruzando as pernas ou deixando uma calcinha à mostra sem querer. O tempo todo eu tinha que contar a ele sobre os olhares direcionados a mim, cantadas e piadas. Após uma semana de obras na cobertura, já havia ido lá vestida com roupas de academia, saias e até biquíni com uma canga por cima. Confesso que deliciava-me com os elogios e comentários ousados; claro que fingia ser ingênua quando eram diretos ou eloquentes.

Numa quarta-feira pela manhã, estava na piscina como de costume usando um biquíni bastante revelador enquanto fazia poses distraídas na direção da cabine dos seguranças. Conversava com Lucas pelo celular quando um vizinho se aproximou e começou com um papo bobo elogiando minha beleza. Eu não simpatizava muito com ele; parecia metido. Com cerca de 50 anos e musculoso devido à academia, coberto de tatuagens e careca, fui cortante em algumas respostas até que eventualmente lhe pedi para sair do meu lado porque estava me importunando, avisando que era casada. Relutantemente ele mudou-se para outro lugar da piscina. Continuei trocando mensagens com Lucas me exibindo em poses chamativas até o horário do almoço quando ele sugeriu levar uma bebida aos marceneiros.

Enquanto eles trabalhavam nas instalações planejadas aproveitamos para fazer o rebaixamento de gesso; assim havia três jovens marceneiros – o chefe aparecia só à tarde para verificar o serviço e havia também um trabalhador fazendo gesso. Eles haviam terminado a suíte e agora estavam na cozinha; acreditava que acabariam em cerca de 15 dias. Como Lucas pediu, vesti a canga escandalosamente deixando parte do biquíni exposta e fui levar uma Coca-Cola gelada para eles enquanto descansavam após o almoço; parei perto de um deles que claramente teve visão privilegiada da “exibição”. Fiquei uns minutos observando o trabalho realizado e ao retornar contei tudo a Lucas: os olhares atraídos por mim, as piadas ousadas como “Patroa cada dia está melhor” ou “A marquinha da patroa está forte”.

Como teria uma reunião às 17h ainda era antes das 13h então fui ao bar da piscina comer algo leve para não precisar cozinhar só pra mim; aproveitei para tomar uma caipirinha relaxante. Logo o vizinho inconveniente voltou a se aproximar puxando conversa; seu nome era Thiago – falando que morava no mesmo bloco... Eu continuei ignorando seus comentários até ele começar a elogiar meu corpo de forma atrevida dizendo como eu era gostosa! Dei-lhe um fora educado mas firme.

Após terminar minha bebida disse que precisava ir embora mas ele insistiu grosseiramente oferecendo outra bebida como se nada tivesse acontecendo... Eu - Primeiro preciso trabalhar mais tarde; segundo não bebo com estranhos; terceiro não beberia com alguém tão escroto quanto você.

Virei-me indo em direção ao meu apartamento enquanto ele ficou visivelmente irritado – omiti meu desagrado desde o início então não sei porque fiquei preocupada agora... Estava distraída conversando novamente com Lucas sobre os olhares dos rapazes da obra quando percebi estar sendo seguido por Thiago! Ao abrir a porta de casa senti uma mão cobrindo minha boca enquanto outra segurou meus braços empurrando-me pra dentro... Tentei gritar mas sua força era imensa... Ele me jogou contra o sofá mantendo meus cabelos presos impedindo qualquer movimento enquanto pressionava meu rosto contra uma almofada.

Ele começou a me ofender ameaçadoramente: "Você pensa que pode ser arrogante assim? Achou mesmo que ninguém sabia?" Reconheci sua voz imediatamente, aí gritei pedindo ajuda! Mas suas ações foram rápidas demais... Ele começou a tocar-me por cima do biquíni provocativamente deixando-me sem defesa!

No momento seguinte estava sucumbindo ao prazer inesperado causado pela situação."

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