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Desejos à luz do dia no ferro-velho

✍️ Por Lucas Silva 📅 09 de outubro de 2026 👁️ 4 visualizacoes 📖 6 min de leitura 📝 1037 palavras

O expediente tinha terminado e a sensação de dever cumprido se misturava a um desejo insaciável por um prazer muito aguardado. As dúvidas que antes me intimidavam deram espaço para a imaginação desenfreada sobre o que poderia acontecer com aquele homem atrevido e sedutor. Eu já conhecia, superficialmente, através de um bate-papo online, onde, em momentos de solidão, me permitia liberar minhas fantasias e anseios de ser seduzido, envolvido e satisfeito por um homem ativo e assertivo.

Carlos, o garanhão da vez, tinha uma lábia direta e instigante, capaz de me fazer abrir meu coração, revelando o que eu buscava: ser penetrado por um homem experiente e destemido. Com 39 anos, depois de mais de 10 anos de uma vida matrimonial, sabia que essa condição atraía a atenção de outros homens. Assim como muitos casados discretos, eu não buscava relacionamentos românticos, mas sim experiências intensas e furtivas, longe dos olhares curiosos da sociedade. Viver essa dualidade de ser um homem heterossexual em público e um amante clandestino em particular era uma adrenalina que me excitava.

Após trocarmos descrições físicas, conveniências geográficas e promessas do que desejávamos, Carlos me forneceu seu telefone para que eu ligasse e combinássemos um encontro. Sua voz grave e carregada de desejo me enfeitiçou instantaneamente, despertando em mim uma vontade avassaladora de saborear seu corpo. Entretanto, naquele dia, as circunstâncias não permitiram que nos encontrássemos. Em um impulso inesperado, passei meu número de pager para ele, pedindo discrição em nossos futuros contatos. Mal terminei a ligação e já recebi uma mensagem: "Estou morrendo de vontade de sentir seu rabo!".

Aquela frase me incendiou, e logo me perdi em um momento de prazer solitário, explorando meus próprios contornos enquanto imaginava o que estava por vir. Os dias se passaram, e, absorto na rotina diária, acabei esquecendo daquele homem intrigante que despertou minha mais profunda sensualidade. Foi então que, cerca de 20 dias depois, meu pager tocou novamente. "Hoje tenho um lugar e posso me encontrar com você. Confirma?". Fiquei surpreso com a mensagem e, confesso, não estava no clima para tal, mas algo dentro de mim não conseguiu ignorar.

Apaguei a mensagem e segui meu dia, lidando com um cliente e tentando resolver um problema técnico. Entretanto, flashes da conversa com Carlos vinham à minha mente, misturando tensão e um desejo crescente. Concentrei-me no trabalho, mas minha imaginação vagava para o corpo caliente do Carlos, que cada vez mais se tornava uma obsessão. Após finalizar o serviço e sentir que merecia uma recompensa, lembrei do telefone dele. Era uma tarde ensolarada e tranquila, perfeita para satisfazer minha libido reprimida. Com um misto de nervosismo e excitação, liguei para Carlos.

Quando ouvi sua voz ao telefone, um sorriso malicioso transpareceu, e ele disse: "Eu sabia que você não iria resistir. Eu sei quando um homem está com vontade...". Senti meu rosto esquentar, enquanto anotei o endereço que ele me passou. Despedindo-me dos meus colegas, peguei o caminho até o lugar combinado. O desejo apressava meu coração, e a lembrança daquela conversa provocante fazia meu corpo estremecer. Ao chegar ao ferro-velho, um lugar enorme, cheio de sucata e peças de metal, senti um frio na barriga. Hesitante, procurei por Carlos e logo fui direcionado a seu escritório.

Carlos, um homem de aparência comum, mas com um sorriso provocante no rosto, me recebeu. Ele parecia ter uns 45 anos, com cabelos grisalhos e uma barba por fazer, mais baixo que eu, mas com um corpo definido. Entramos no escritório, onde ele trancou a porta, garantindo nossa privacidade. A conversa inicial foi casual, enquanto ele organizava alguns documentos, mas eu mal conseguia focar no que ele dizia; minha mente estava nos momentos que nos aguardavam.

Carlos me convidou a seguir para um cômodo mais reservado, onde poderíamos ficar à vontade. Caminhando à sua frente, senti seu olhar avaliador em meu corpo, especialmente em meu traseiro, que, apesar do jeans, não passava despercebido. Ele me levou a um escritório mais arrumado, e antes que eu pudesse processar, ele segurou meu quadril e disse: "É aqui que pretendo desfrutar desse seu bundão!". A temperatura entre nós aumentou enquanto ele começava a esfregar seu membro contra mim, e eu sabia que estava prestes a ser introduzido em um mundo de prazer.

Carlos começou a beijar meu pescoço enquanto seus quadris se moviam contra meu corpo. Entreguei-me àquele momento, animado pelo desejo que crescia entre nós. Minhas mãos, sem hesitar, foram atrás de seu cinto, abrindo suas calças com avidez. Assim que as calças desceram, notei a linha de sua cueca bem ajustada, que facilmente deixava escapar o volume do que eu tanto ansiava. Não consegui me conter e, em um impulso, desci até o chão para provar seu membro.

Carlos soltou um gemido profundo e visivelmente satisfeito quando minha boca envolveu seu pau. A sensação de seu membro quente e pulsante era inebriante. A cada movimento, eu tentava explorar cada centímetro, buscando o prazer de sua epiderme. Ele parecia gostar do que eu estava fazendo e, a cada gemido que escapava de seus lábios, meu desejo aumentava. A conexão entre nós se tornava palpável e eletrizante.

Assim que me levantei, Carlos começou a se esfregar contra mim novamente, enquanto baixava minhas calças de maneira hábil. Vestindo uma cueca que me deixava bem exposto, eu já estava à mercê de seu desejo. Carlos, satisfeito com o que via, esbanjava confiança, e em um movimento rápido, segurou firme em minhas nádegas, puxando-as para os lados, prontos para receber seu membro.

"Nossa, isso é incrível! Como me deixa louco!", eu gemia, completamente entregue ao momento. "Adoro fod... homem casados, e hoje é você que vai levar minha pica inteira!". Com cada movimento meu, eu me empinava mais, avivando o fogo da paixão entre nós. Mas o contato da roupa íntima com meu corpo estava começando a incomodar, então pedi para que ele parasse um instante para que eu pudesse me preparar para a penetração.

Carlos atendeu ao meu pedido. "Vai, meu gostoso, se limpa e prepara esse cu para mim...", sugeriu, enquanto me indicava o banheiro. A expectativa me consumia enquanto me dirigia ao pequeno espaço, onde a adrenalina corria solta. Mesmo ali, consegui me higienizar rapidamente, preparado para o que estava por vir...

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