Acompanhante de Luxo - Minha Iniciação em Berlim
Oi, encontrei este site e decidi escrever minhas histórias anônimas, já que a sociedade é muito opressiva.
Meu nome é Ana, um pseudônimo para preservar minha identidade. Tenho 27 anos, 1,70 de altura, cabelo louro e posso dizer que tenho curvas atraentes, ou seja, sou magra e com formas.
Desde os meus 18 anos, sou Acompanhante de Luxo na Alemanha. Sim, sou o que muitos chamam de garota de programa.
Quero compartilhar minhas experiências, porque desde cedo optei por não impor limites nos meus serviços e, por isso, atendo a clientes bastante peculiares, o que justifica o preço elevado que cobro.
Ninguém me forçou a seguir esse caminho, foi uma escolha consciente minha, e quero deixar isso bem claro.
Sempre tive uma forte atração por sexo, perdi a virgindade bem cedo e, durante a escola, era conhecida por ser desinibida, tornando a transição para esse trabalho bem natural.
Optei por vir para a Alemanha, pois aqui me sinto à vontade, pois é legal.
Meu primeiro cliente:
No dia em que completei 18 anos, viajei para Berlim, determinada a viver sozinha. Juntei algum dinheiro com mesadas e presentes e fui.
Levei apenas o que vestia, um vestido curto e preto.
Cheguei ao hotel no final da manhã; era um local tranquilo, mas percebi que recebia muitos homens de negócios.
Naquela noite, após o jantar, desci até o lobby e fiquei observando quem estava por lá, até que um homem, aparentando cerca de 50 anos, se aproximou e começou a conversar, oferecendo-me uma bebida.
Trocamos algumas palavras até que ele me convidou para subir ao quarto dele.
Como já havia feito algumas pesquisas, pedi que discutíssemos o valor antes e ele aceitou.
Assim que chegamos ao quarto, ele me pagou imediatamente. Eu me despirei, assim como ele. Comecei a fazer sexo oral nele e, em seguida, tivemos uma relação completa.
Foi a minha primeira vez com um estranho, mas consegui sentir prazer, na verdade, muito prazer.
Após terminarmos, fui de volta ao meu quarto.
Eu já era oficialmente uma garota de programa.
No dia seguinte, o mesmo homem estava lá novamente. Ele veio até mim, sorriu e perguntou se eu gostaria de repetir a noite anterior.
Mas, em vez de responder, ele perguntou se eu estava interessada em ganhar muito dinheiro.
Disse que sim, mas quis saber o que isso significava.
Ele respondeu que eu precisaria ser obediente e fazer tudo o que quisesse por toda a noite.
Fiquei olhando para ele, sem saber o que dizer.
Nesse momento, ele continuou: Pago-te 5000€, e venho a este hotel com frequência.
Acabei aceitando e subimos para o quarto dele.
Ele me entregou os 5000€ e logo pediu que eu me despisse e ficasse de quatro na cama.
Pegou minha calcinha que estava no chão e começou a esfregar em mim, até que a inseriu completamente, depois a retirou e pôs na minha boca. Estava molhada. Por fim, com um lenço, tapou minha boca, abaixou minha cabeça para a cama e amarrou minhas mãos atrás das costas.
Colou a boca dele em meu ouvido e sussurrou: agora você vai gritar como uma vadia.
Pegou um cinto e começou a me bater com ele nas nádegas.
Eu até gosto de ser espancada, mas o cinto doeu muito.
Depois de algumas chicotadas, ele me virou de costas, segurou minhas ancas e senti o pênis dele encostar no meu ânus. Ele forçou até entrar, estava seco e, claro, doeu bastante.
Eu gritava, mas meus gritos eram abafados.
Ele me penetrou até sentir que havia gozado dentro de mim.
Quando terminou, amarrou meus pés e colocou um lençol ao redor do meu pescoço, prendendo-me à cama. Fiquei imobilizada.
Apesar de tudo, eu não sentia medo. Pensei no que poderia ter acontecido, mas naquele momento não havia medo.
Ele havia me pago para ter a liberdade de fazer o que quisesse comigo e, se queria que eu ficasse amarrada, era ele quem pagava.
Ele se vestiu e saiu do quarto sem dizer nada, me deixando ali amarrada e às escuras.
Voltou mais tarde, me virou de barriga para cima na cama e amarrou minhas pernas abertas, deixando minha vagina completamente exposta.
Ele tinha saído para comprar lubrificante, que passou em mim e começou a me penetrar com tudo o que encontrava.
Me lembro de ele ter usado o controle da TV, embalagens de xampu do hotel e até uma garrafinha de água. Depois, começou a introduzir os dedos e percebi que estava tentando enfiar a mão inteira em mim.
Eu não podia reagir, estava amarrada, meus gritos abafados, mas balançava a cabeça em desespero.
Ele não conseguiu e, frustrado, pegou o cinto novamente para castigar minha vagina.
Quando parou, ele me penetrou de novo, mas gozou em cima de mim.
Por fim, soltou-me e disse que, como havia pago a noite toda, queria que eu dormisse ali com ele.
Eu poderia dizer que aceitei, mas, na verdade, eu obedeci, já que ele havia pago toda a noite.
Antes de dormir, ele comentou que eu havia sido a melhor e mais obediente garota de programa com quem já tinha estado e que no próximo mês estaria ali novamente.
Eu apenas sorri, meu corpo todo machucado, não consegui dormir a noite toda, pensando em como aquilo poderia ter dado errado.
Ele já estava dormindo e eu me levantei para ir ao banheiro. No espelho, vi meu corpo todo marcado, minha vagina estava vermelha e inchada. Depois, peguei o envelope com o dinheiro.
No fundo, percebi que suportei bem a dor e que, em alguns dias, tudo isso passaria.
Pensei: posso fazer isso mais vezes.
Voltei para a cama, mas a manhã já estava chegando.
Me enrolei nos lençóis e comecei a fazer sexo oral nele.
Ele despertou e estava com o pênis ereto.
Sorri para ele e disse: — Me penetre mais uma vez. Esta eu pago.
No final, entreguei meu contato e disse que estaria disponível para ele.