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A Revelação da Fábrica

✍️ Por Anônimo 📅 12 de outubro de 2026 👁️ 1 visualizacoes 📖 3 min de leitura 📝 584 palavras

Ela estava sem recursos. As contas se acumulando e nenhuma oportunidade de trabalho à vista. Foi então que lembrou da empresa do pai. A fábrica de esculturas para jardim. Ao chegar ao escritório dele, foi direta: — Pai… eu preciso de um emprego. Posso ajudar na fábrica? Qualquer coisa. Eu realmente preciso do dinheiro. O pai ficou em silêncio por uns instantes, tamborilando os dedos na mesa. Após um suspiro, respondeu: — Filha… a realidade lá é um pouco diferente do que as pessoas pensam. Não vendo apenas anjos e gnomos. A maior parte dos lucros vem de esculturas eróticas. Ela piscou, surpresa, mas não hesitou em aceitar. — Tudo bem, pai. Já sou adulta o suficiente para lidar com isso.

Ele a avaliou por um tempo e acabou aceitando sua proposta. No dia seguinte, chegou cedo à fábrica. O pai a recebeu na entrada do galpão e indicou uma mulher de meia-idade organizando papéis em uma mesa. — Trabalhe com a gerente; ela te guiará nas tarefas que você terá pela frente. Eu tenho algumas pendências no escritório.

A gerente levou-a para dentro da fábrica e foi ali que ela realmente viu como era o lugar: o galpão era imenso e repleto de esculturas de todos os tipos imagináveis. Dragões alados com corpos musculosos e membros masculinos grandes e eretos esculpidos em mármore; cavalos empinados, com partes íntimas realistas apontando para cima; casais humanos em posições explícitas: mulheres sendo penetradas em diferentes ângulos, homens com órgãos enormes visíveis, bocas abertas e seios voluptuosos. Havia também sátiros entre outras criaturas mitológicas, tudo muito sugestivo.

Algumas das obras eram tão vívidas que chegavam a parecer quase reais; outras eram exageradas a ponto de misturar humor e erotismo nas proporções das partes íntimas esculturais. Seu rosto esquentou ao contemplar aquelas figuras nuas, mas continuou explorando o ambiente curiosa sobre cada detalhe daquele novo mundo.

Nas semanas seguintes, adaptou-se à nova rotina: organizava pedidos, limpava as peças e ajudava na embalagem dos produtos enquanto seus olhos sempre se voltavam às esculturas sugestivas—especialmente aos membros masculinos detalhados.

Um dia apareceu o designer artístico: um jovem contratado para criar uma série de desenhos para uma exposição futura; ele precisava de alguém para posar nu ou semi-nu devido ao tema dos trabalhos artísticos que estava criando.

Ninguém aceitava ajudá-lo até que ele se aproximou dela numa tarde qualquer: — Você poderia me dar uma mão? É só posar! Trabalho melhor com nudez nos meus desenhos… mas pode ser de biquíni se preferir; é arte! Nada demais! Ela hesitou por um instante sentindo seu rosto quente mas a ideia do dinheiro extra era tentadora—e sua curiosidade falou mais alto: — Tudo bem… posso usar biquíni.

O início foi exatamente assim: ela posando ao lado das estátuas—deitada perto de um dragão ou ajoelhada próxima a um sátiro enquanto ele desenhava rapidamente pedindo pequenas alterações nas poses até chegar uma noite já avançada quando estavam sozinhos no galpão vazio iluminado apenas pelas luzes amareladas dos refletores fazendo as estátuas parecerem ganhar vida.

Ele parou frente a uma imensa escultura de cavalo branco em mármore reluzente—musculoso como se prestes a saltar—e disse: — Quero você perto dessa obra... bem próximo! Ela engoliu em seco nervosa.—Posso estar ainda usando biquíni? Ele hesitou antes de responder.—Seria melhor nua... Mas só se você quiser! E eu não digo nada pro seu pai... palavra!

O silêncio pairou pesadamente entre eles enquanto ela observava aquele pênis ereto feito de mármore e sentiu seu corpo reagir intensamente à situação proposta.

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