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A Influência de Clara

✍️ Por Lucas Oliveira 📅 12 de outubro de 2026 👁️ 1 visualizacoes 📖 3 min de leitura 📝 593 palavras

Clara Eliane era treze anos mais velha do que eu; eu tinha 22 e ela, 35. Era professora na universidade local. Ela estava solteira e tinha um filho, cuidado pela avó. Clara era uma mulher determinada, uma espécie de referência para suas colegas professoras na instituição. Para mim, ela também exercia essa influência com suas ideias progressistas. Quando mencionava sobre uma garota que achava interessante, que havia criado um vínculo e estávamos pensando em namorar, Clara se mostrava contrária.

Como passava a maior parte do tempo sozinha em casa, já que o filho estava com a avó, frequentemente me convidava para ir até sua casa. Era bastante agitada e sempre queria que eu fizesse diversas coisas por ela. Adorava me comandar e costumava tocar meu corpo de maneira íntima, tudo porque lhe contei sobre uma experiência na escola com troca-troca entre colegas. Certa vez, pediu que tirasse toda a roupa; fiquei completamente nu enquanto ela mandava eu deitar na cama e erguer as pernas. Com um preservativo em dois dedos acompanhados de um creme que usou, inseriu os dedos em mim enquanto masturbava meu membro.

Com um sorriso no rosto, me proibiu de gozar: "não goza, segura!" A sensação foi incrível. Então ela tirou a calcinha e disse: "vem cá querido, chupa e goza em mim." Clara tinha fantasias peculiares; dizia querer ver-me com outra pessoa forte para saber se eu aguentaria como ela fazia. Ela visitava minha casa e interagia bem com minha família sem ninguém imaginar suas loucuras.

Era comum parar o carro para me chamar para sair: "Fica comigo! Vamos ao apartamento de uma amiga; tem um cara que quero te apresentar." Mesmo não sabendo o intuito dela estar tão próxima a mim naquele momento, percebia claramente sua excitação – e a minha aumentava ainda mais. A colega dela estava muito animada à espera do convidado conhecido por eles dois; já tinham trocado algumas experiências antes. Quando ele chegou, ficou impressionado com Clara e fez muitos elogios.

Eles trocaram conversas provocativas até que a amiga chamou Clara para outro cômodo; fiquei sozinho com o convidado simpático enquanto aguardávamos. Logo vi a amiga dando sinal para ele entrar no quarto; quando saiu fez questão de sentar ao meu lado: "Ela disse que você não precisa ir lá," mas não hesitei em responder: "mas eu quero!" Esperei alguns instantes antes de levantar-me e fui até a porta do quarto sem entrar; vi minha amiga sorrindo enquanto eles estavam ocupados.

Senti curiosidade ao observar os movimentos deles quando mudaram de posição – sempre gostei desse tipo de situação pois me dava muita excitação. Assim pude vislumbrar aquele corpo masculino sumindo dentro dela quando ficaram juntos novamente em outra posição enquanto falavam baixinho até Clara começar a gemer após uns minutos.

O homem então parou por alguns instantes dentro dela enquanto ambos gozavam juntos. Retornei à sala onde encontrei a colega professora sorridente no sofá: "Você viu né? Ficou excitado?" Não pude fazer nada além de concordar com um aceno afirmativo.

Logo o homem apareceu nu na porta do quarto dizendo algo antes de se vestir rapidamente enquanto se despedia. Voltei ao quarto onde as duas conversavam intimamente: Clara estava nua na cama parecendo satisfeita após tudo o que havia acontecido.

Quando voltamos dirigindo até sua casa, pouco falamos no caminho; na sala ela começou a contar cada detalhe da aventura como se eu não tivesse presenciado nada disso - apenas comentou sobre estar um pouco sensível devido à intensidade daquele momento final – fato facilmente compreensível dado seu estado depois daquela noite intensa.

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